Core Web Vitals: o que são e como medi-los?

Neil Patel
Co Founder of NP Digital & Owner of Ubersuggest
17 min read
Core web vitals do google

Se o seu tráfego cresce, mas a conversão não acompanha, existe uma boa chance de o problema não estar no SEO e sim na experiência da página. 

É exatamente isso que o Google tenta medir com o Core Web Vitals: se o conteúdo principal aparece rápido, se o site responde sem travar quando alguém interage e se a página para de “pular” enquanto carrega!

Para empresas maiores, essa discussão vai muito além de pontuação técnica. Core Web Vitals impacta diretamente CAC, eficiência de mídia, receita por sessão e competitividade orgânica. 

Quando a performance está ruim, você não perde só ranking: você perde dinheiro, porque paga para trazer gente qualificada e entrega uma experiência que reduz a chance de ação.

E tem um ponto importante que talvez você não saiba: CWV não é o fator número 1 do ranking; conteúdo e links seguem dominando. Mas, quando está ruim, ele vira o “freio de mão” que limita o potencial do que você já faz bem. 

Neste guia, você vai entender o que é Core Web Vitals, quais métricas realmente importam e como medir de um jeito que escala na sua operação.

Bora lá?!

Resumindo o que você vai ver:

  • Core Web Vitals é a forma mais objetiva do Google medir experiência real de página: velocidade do site percebida, responsividade e estabilidade visual.
  • O trio central é LCP (carregamento do conteúdo principal), INP (resposta às interações) e CLS (layout “pulando”).
  • Para negócios, CWV não é detalhe técnico: afeta conversão, CAC e o aproveitamento do tráfego pago principalmente no mobile.
  • A medição “certa” combina dados de usuários para priorizar e dados de laboratório (Lighthouse/DevTools) para diagnosticar.
  • O ganho escala quando você mede por template e conecta performance com KPIs como receita por sessão, taxa de conversão e custo por lead.

O que é o conceito de core web vitals?

Core Web Vitals (CWV) é o jeito mais direto do Google medir uma coisa simples: a experiência real de quem entra na sua página.

Na prática, ele quer saber se o conteúdo principal aparece rápido, se o site responde sem travar quando alguém interage e se a tela para de “pular” enquanto carrega. É isso!

Essas métricas viraram um termômetro útil representam conversão, CAC e eficiência de mídia. Se você paga para trazer tráfego e a página demora/instabiliza, você está jogando margem fora.

E dá para enxergar isso até fora do “Google clássico”. 

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Olha esse gráfico da NP Digital: “Content quality” e “Links” aparecem com impacto altíssimo, mas a parte de “Core Web Vitals” ainda pesa de forma relevante, com pontuações na faixa de ~6 (LCP 6.2, FID 6.7, CLS 6.3). 

Traduzindo: não é o principal motor do ranking, mas é o tipo de coisa que tira desempenho do seu conteúdo e do seu SEO quando está ruim.

Só um detalhe importante: nesse gráfico aparece FID, que foi a métrica antiga de interatividade. Hoje, o foco é INP (mais completo para medir responsividade).

Métricas do Core Web Vitals

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Os Core Web Vitals são um “pacote” de métricas do Google focado em experiência real de página. Hoje, o núcleo é este trio:

LCP (Largest Contentful Paint)

Mede quando o principal conteúdo visível da página aparece (o “herói”, a imagem grande, o bloco principal de texto). Para uma empresa, LCP ruim costuma virar: queda de conversão em mobile, pior desempenho de landing pages e mais desperdício de mídia.

INP (Interaction to Next Paint)

Mede a rapidez com que o site responde às interações (clique, toque, teclado) até atualizar a tela de forma perceptível. Em operação grande, INP ruim normalmente vem de JavaScript pesado, tagueamento demais, scripts de terceiros e componentes que travam.

Observação rápida: você ainda vai ver “FID” em alguns materiais antigos, mas o Google migrou o foco para INP, ok?

CLS (Cumulative Layout Shift)

Mede estabilidade visual: o quanto o layout muda de lugar sem avisar enquanto carrega. CLS alto é o tipo de coisa que derruba a confiança, aumenta cliques errados e piora a sensação de qualidade, especialmente em e-commerce e páginas com ads/banners.

Como medir Core Web Vitals?

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Eu mediria com uma mentalidade bem “empresa”: um número para priorizar, outro para diagnosticar.

Primeiro, você olha os dados reais de usuários (field data), porque é isso que mostra o que está acontecendo de verdade em mobile e desktop. 

O caminho mais fácil é o relatório de Core Web Vitals no Google Search Console e o PageSpeed Insights, que já puxa o que vem do Chrome User Experience Report (CrUX). Essa etapa responde: “quais páginasou modelos estão atrapalhando meu resultado?”

Depois, você entra com dados de laboratório (lab data) para achar causa raiz e corrigir: Lighthouse/Chrome DevTools para entender o que está segurando o carregamento, o que está travando interação e o que está causando instabilidade visual. 

Essa etapa responde: “qual mudança no template destrava o ganho?”

Se você quiser deixar isso “apresentável para diretoria”, o truque é simples: meça por template e amarre em KPI de negócio. 

Em vez de discutir 300 URLs, discuta home, categoria, produto, artigo e landing e mostre o efeito em conversão, receita por sessão e custo por lead. Assim, a performance deixa de ser “ticket do time de TI” e vira alavanca de growth!

Critérios de pontuação (Score Neil Patel Brasil)

O Core Web Vitals é um divisor de águas para quem trabalha com SEO, como foi o algoritmo Penguim há alguns anos.

Nesse caso, o salto talvez tenha sido ainda maior, já que a experiência do usuário passa a contar com critérios sólidos e verificáveis como fator de ranqueamento.

Embora isso já fosse levado em consideração, para quem administra um site a coisa não era tão clara, embora fatores como responsividade, segurança e usabilidade sejam conhecidos há algum tempo.

A diferença é que agora sabemos mais precisamente o que deve ser feito para deixar um site dentro dos melhores padrões de UX do Google.

A NP Digital Brasil foi a campo para entender melhor de que forma uma mudança dessa envergadura impacta as empresas e seus negócios.

Para isso, conduzimos um estudo abrangente, do qual participaram 150 marcas de diferentes segmentos do mercado brasileiro.

O resultado é uma análise completa dos primeiros impactos do teste de Core Web Vitals depois da última atualização feita pelo Google em fevereiro de 2022.

O objetivo foi avaliar o desempenho das marcas e se elas estão realmente prontas para o novo cenário. Os resultados surpreenderam até certo ponto, tanto positiva quanto negativamente.

No lado bom, está a relativa boa performance de uma boa parcela das empresas nos segmentos analisados. Por outro lado, em certos itens, muitas estão longe de se ajustar às atualizações.

Os critérios de avaliação aplicados na pesquisa são os mesmos já abordados neste texto:

  • LCP
  • FID
  • CLS
  • Mobile friendly
  • Certificado HTTPS
  • Pop-ups intrusivos.

Segmentos avaliados

O estudo seria enviesado se não fosse feito com empresas representativas dos segmentos mais importantes para a economia.

Por isso, fomos buscar empresas que atuassem nos seguintes setores:

  • Alimentos
  • Auto
  • Aplicativos
  • Beleza
  • Benefícios
  • Bens de Consumo
  • Educação
  • Eletrônicos
  • Entretenimento
  • Financeiro
  • Home
  • Moda
  • Pet
  • Saúde
  • Telefonia
  • Vendas 
  • Viagem.

Por ser um estudo sobre um cenário inédito, tivemos que, além de contar com uma amostra representativa, criar um novo critério de pontuação.

Assim, desenvolvemos o Score Neil Patel Brasil, no qual adotamos uma metodologia de pontuação de 0 a 5 para cada métrica analisada.

Evidentemente, priorizamos e distribuímos o maior peso para os Core Web Vitals (LCP, CLS e FID), fatores principais de avaliação deste estudo.

Para as métricas Mobile-friendly, HTTPS e Intrusive interstitial, atribuímos menor peso na avaliação, até por serem fatores de ranqueamento consolidados há anos.

A divisão ficou assim:

  • LCP: 1,5 ponto
  • CLS: 1,05 ponto
  • FID: 0,7 ponto
  • Mobile friendly, HTTPS e pop ups intrusivos: 0,5 ponto cada
  • Total: 5 pontos.

“Interessante, Neil, mas por que o LCP tem esse peso todo?”

Eu e minha equipe não poderíamos estipular valores para os itens do Core Web Vitals sem procurar saber antes o que o próprio Google diz a respeito deles.

Nesse sentido, o LCP é o fator principal, perfazendo 50% por peso do CWB, e quem diz isso é o site web.dev do Google, voltado para desenvolvedores.

Para as métricas restantes, distribuímos a pontuação conforme a métrica Safe Browsing, também do Google, conforme a relevância de cada uma na ferramenta Pagespeed Insights. 

Segmentos que se destacaram

Apesar do CWV ter sido lançado em 2020, a verdade é que, para muitas empresas, as mudanças ainda são muito recentes.

Atender aos novos critérios representa ainda um grande desafio, até porque uma parte das plataformas de gestão de sites também não estava preparada.

Levando em conta o fato de que o Core Web Vitals é novidade e que ele traz mudanças profundas, considero os resultados para certos segmentos bastante animadores.

Por setor, o nosso top 5 ficou assim:

  • 1º lugar: Bens de Consumo – 3,12/5
  • 2º lugar: Vendas – 2,99/5
  • 3º lugar: Pet – 2,90/5
  • 4º lugar: Viagens – 2,89/5
  • 5º lugar: Aplicativos – 2,83/5.

“Poxa Neil, nenhum setor alcançou nota máxima”?

Lembre-se: o CWV trouxe mudanças profundas e ainda é relativamente recente.

Portanto, seria quase milagroso que todo um setor apresentasse alta performance nesse novo cenário.

O setor de bens de consumo, nesse aspecto, destaca-se em primeiro lugar até por conta do maior volume de acessos, o que exige mais atenção para as otimizações.

Chama a atenção a posição do setor de aplicativos que, teoricamente, deveria encabeçar este top 5.

Uma possível explicação para o desempenho inferior é que, por focar suas atividades nos apps, os sites acabam sendo subutilizados, o que leva algumas marcas a negligenciar a questão da performance.

Segmentos abaixo da média

Como todo estudo de mercado, além dos objetivos específicos, é preciso colocar o “dedo na ferida”, se assim for necessário.

Assim como revelamos o top 5 dos segmentos que se destacam positivamente no contexto do Core Web Vitals, temos sua versão equivalente negativa.

Nesse aspecto, os setores com as piores pontuações são os de:

  • Moda: 1,99/5
  • Home: 2,08/5
  • Eletrônicos e Alimentos: 2,31/5
  • Beauty: 2,36/5
  • Benefícios: 2,45/5.

Em meio aos sites analisados, descobrimos falhas graves em termos de LCP e CLS até em grandes e-commerces.

Não podemos esquecer que o Google está sendo implacável com os sites que não atendem aos requisitos do CWV.

Quem não proporciona uma boa experiência e navegação de alta velocidade em LCP, FID e CLS está sendo duramente penalizado com perdas expressivas na SERP.

Se você tem um site ou é gestor de um, provavelmente deve ser observado isso nos resultados do Analytics e nos relatórios do Search Console.

Eu mesmo tenho recebido muitas queixas e dúvidas sobre uma queda “misteriosa” e repentina da performance de alguns sites.

Pois saiba que isso nada mais é do que o Core Web Vitals e suas penalidades sendo impostas para valer.

Principais insights

Ainda que haja sempre variações, na média o resultado do estudo foi satisfatório para a maioria das empresas.

Há muito o que melhorar, mas a estrada não é tão longa quanto se imaginaria, considerando as modificações recentes.

Um resultado que chamou a atenção e que não chega a ser uma surpresa é a baixa pontuação das empresas em relação ao fator mais importante, o LCP.

Conforme levantamos, apenas 7% das marcas apresentam um LCP positivo, ou seja, 93% não estão em conformidade em relação ao CWV.

O cenário para os critérios FID e CLS é um pouco menos preocupante.

No primeiro, 64% das marcas estão com seus sites otimizados, enquanto no segundo, o percentual é de 46%.

Não surpreendem também os resultados para os critérios de responsividade e navegação segura, nos quais as empresas quase gabaritaram.

Isso porque esses são fatores que já contam para o ranqueamento desde 2014, quando o HTTPS passou a ser considerado fundamental.

Em 2019, a atualização Mobile First Index colocou em primeiro plano também a responsividade, até como resposta para a pegada cada vez mais local do Google.

Com mais tempo, as empresas tiveram como implementar mudanças e fazer testes até que seus sites estivessem plenamente de acordo com os requisitos.

A notícia não tão boa é a alta incidência de pop-ups intrusivos, verificados em nada menos que 91% dos sites.

Apesar de pop-ups serem uma estratégia, da qual inclusive até já destaquei pontos positivos, no geral esse é um recurso mal visto pelo Google.

Melhores marcas na avaliação NPBR

Os resultados de cada segmento naturalmente refletem as performances das marcas que participaram do estudo.

Houve aquelas que se destacaram positivamente, graças às suas boas pontuações, e as que ainda estão deixando a desejar.

Quero deixar claro que figurar negativamente no SEO Index NPBR não é um atestado de incompetência.

Tudo que fizemos aqui foi somente apontar para possibilidades de melhoria, dentro da realidade que surge com o Core Web Vitals.

Dito isso, vamos conhecer as melhores marcas avaliadas por mim e pela minha equipe:

PosiçãoMarcaSegmentoNota
20ªAmazon VídeoEntretenimento3,25
19ª123 MilhasViagem3,25
18ªFerreroBens de Consumo3,25
17ª17 PetzPet3,25
16ªMercado LivreVendas3,25
15ªPositivoEducação3,25
14ªAmbevBens de Consumo3,25
13ªNetflixEntretenimento3,25
12ªHypermarcasBens de Consumo3,25
11ªRenaultAuto3,25
10ªNiveaBeauty3,95
Star+Entretenimento3,95
Azul SegurosAuto4,3
RennerModa4,3
99Aplicativos5
HeinekenBens de Consumo5
ClickbusViagem5
NubankFinanceiro5
Hotel Urbano HurbViagem5
AmazonVendas5

Média geral em Core Web Vitals

Deu para perceber que diversas marcas terminaram empatadas com a mesma pontuação, certo?

O que diferencia cada uma delas no ranking geral são as notas obtidas por item do Core Web Vitals, sendo o LCP o primeiro critério de desempate.

Então, para entendermos melhor o panorama, nada melhor do que conhecer a performance geral, conforme os parâmetros do Google.

Veja abaixo:

CritérioMédiaValor ideal (Google)
LCP4,9 segundosaté 2,5 segundos
CLS0,33até 0,1
FID164 milissegundosaté 100 milissegundos

Embora algumas marcas tenham o que comemorar, no geral, o mercado brasileiro ainda está relativamente longe de alcançar os padrões de excelência em UX do Google.

Acredito que isso não seja um problema, já que, como vimos, o fator tempo é fundamental quando se trata de adaptar um site a atualizações, ainda mais quando são tão abrangentes.

Como melhorar a sua nota Core Web Vitals?

Com a valorização da experiência do usuário como critério de ranqueamento do Google, garantir boas notas em cada uma das três métricas dos Core Web Vitals é essencial.

É claro que não basta você otimizar seu site apenas com base nos Core Web Vitals, pensando em ranqueamento. 

Na verdade, essas métricas vão funcionar mais como um critério de desempate entre os seus concorrentes e ajudar a garantir um posicionamento melhor.

O seu foco ainda deve ser dividido em oferecer um conteúdo relevante e de qualidade para que o usuário encontre respostas mais assertivas para suas buscas.

Ainda assim, é inegável que, quanto mais rápido você trabalhar o seu back-end e melhorar o tempo de carregamento, a interatividade e a estabilidade visual do seu site, mais competitivo será no Google.

Com base nos novos indicadores trazidos pelos Core Web Vitals, preparei uma lista de boas práticas para você garantir a melhor otimização para o seu site:

  • Remova os elementos mais pesados, como imagens em alta resolução, códigos, menus e widgets, além de recursos de monitoramento dispensáveis
  • Bloqueie de códigos CSS e Javascript
  • Renderize os conteúdos no lado do usuário final
  • Evite hospedagens compartilhadas
  • Use cache e pré-carregamento para os elementos estáticos do seu site
  • Prefira formatos mais leves, como o WebP para imagens, por exemplo
  • Utilize o protocolo HTTP/2
  • Use compressores de arquivos
  • Estipule medidas padrão para suas mídias
  • Reserve um espaço determinado para anúncios.

Ferramentas para analisar as novas métricas

A boa notícia é que diversas ferramentas já contam com atualizações para a análise dessas novas métricas.

Assim, podem ajudar você na otimização do seu site. 

Confira algumas das principais e como elas oferecem esse suporte:

PageSpeed Insights

A ferramenta PageSpeed Insights oferece um relatório bruto com as notas de cada uma das três métricas do Core Web Vitals. 

Para isso, basta você incluir o URL desejado e clicar em “analisar”.

Google Lighthouse

A Google Lighthouse é uma extensão para o navegador Chrome.

Funciona como um bom complemento ao PageSpeed Insights, trazendo avaliações mais detalhadas que a ferramenta anterior.

Vale conferir as recomendações do Google sobre como utilizar.

Google Search Console

O Google Search Console possui uma aba específica para avaliação das métricas dos Core Web Vitals. 

Para fazer uma análise, basta clicar em “melhorias”, que a ferramenta vai apontar as páginas com os melhores e os piores desempenhos em tempo de carregamento, interatividade e estabilidade visual do seu site.

GTmetrix

A GTmetrix é uma alternativa ao Google Search Console, pois também oferece um relatório detalhado dos Core Web Vitals. 

Além disso, a ferramenta tem mais uma série de testes de análise de performance de sites.

Core Web Vitals é o “freio de mão” do seu SEO e da sua conversão

Core Web Vitals não é o fator que “faz milagre” sozinho no ranking, mas é o tipo de gargalo que pode anular parte do seu investimento em conteúdo e aquisição quando a experiência está ruim. 

Se você tratar CWV como disciplina de performance contínua,  e com isso eu digo medindo por modelos de página, atacando as causas no template e reportando impacto em KPI de negócio, ele vira um diferencial competitivo real.

Você ganha mais eficiência de mídia, mais conversão e um SEO mais consistente no longo prazo.

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Perguntas frequentes

O que é a avaliação do Core Web Vitals?

A avaliação do Core Web Vitals é o que mostra se suas páginas entregam uma boa experiência real para o usuário, com base em dados de uso (principalmente) e em testes de laboratório (para diagnóstico).

O que o CLS do Core Web Vitals mede?

O CLS mede a estabilidade visual da página: quanto o layout “pula” de forma inesperada enquanto carrega.

O que é o Core Web Vitals?

É o conjunto de métricas do Google para medir experiência de página.

Hoje, elas se concentram em:

  • LCP (quando o conteúdo principal aparece);
  • INP (o quão rápido o site responde às interações);
  • CLS (o quanto o layout muda sem aviso).
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Neil Patel

Sobre Neil Patel:

Co Founder of NP Digital & Owner of Ubersuggest

Ele é o co-fundador da NP Digital. O The Wall Street Journal o considera como influenciador top na web. A Forbes diz que ele está entre os 10 melhores profissionais de marketing e a Enterpreuner Magazine diz que ele criou uma das 100 empresas mais brilhantes do mercado. O Neil é um autor best-seller do New York Times e foi reconhecido como um dos 100 melhores empreendedores até 30 anos pelo presidente Obama e como um dos 100 melhores até 35 anos pelas Nações Unidas.

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source: https://neilpatel.com/br/blog/core-web-vitals-seo/