Como Criar Um Blog Incrível em Minutos Gastando Pouco [TUTORIAL]

Blogs, blogs e mais blogs!

Eu amo blogs e trabalho com eles desde 2007.

Mas como você pode criar um blog?

Eu vou ajudar!

Você vai ler agora um tutorial completo sobre como criar um blog passo a passo.

É para aprencer como criar um blog hoje mesmo!

Olha só tudo o que você vai aprender a partir de agora:

  • Como criar um blog do zero
  • O que é e como escolher o domínio para o blog
  • Como hospedar seu blog
  • Quais são os melhores plugins para turbinar o seu blog
  • Como criar um blog com um design fantástico
  • Como criar um blog com conteúdo otimizado
  • Como criar um blog e ganhar dinheiro com ele
  • Como divulgar e promover os textos do blog
  • Blogs que vão ser sua inspiração para o sucesso

E isso é só o começo.

Vamos lá!

Aprender como criar um blog é muito mais simples do que você imagina

Eu sei o que você sente nesse momento.

Há um misto de dúvida, desconfiança, desejo e ansiedade

Também vivi isso há dez anos quando estava aprendendo como criar um blog.

Só que você está em vantagem, pois aprender como criar um blog hoje é muito simples.

Não vai levar horas intermináveis e não será nada entediante.

Você precisa basicamente de um domínio, da hospedagem, da instalação e já pode produzir conteúdo.

Simples assim!

Se você se dedicar a cada uma dessas etapas, aprenderá como criar um blog e garanto que ficará satisfeito com os resultados.

Afinal, blogs são demais.

Mas eles sofrem com a rejeição.

Então, trate o seu com carinho e encare o desafio de como criar um blog com seriedade.

Como criar um blog do zero: 8 Passos Simples

Você veio até o meu blog para aprender o que é um blog e como criar um blog.

Ótimo!

Preparei oito passos simples sobre como criar um blog.

Preste atenção a cada um deles.

No final, você será recompensado por ter um blog incrível e terá apenas o compromisso (e o prazer) de mantê-lo atualizado.

Passo 1: Saiba o que é domínio do seu blog e como escolher

Neste passo, você vai entender o fator que começa a definir o sucesso do seu futuro blog.

Sim, logo de cara, na escolha do domínio, você já dá um passo decisivo para isso.

Vamos entender melhor?

O que é e como escolher o domínio

Domínio do blog, o que é?

Não é o endereço do blog, nem sua URL, nem o slug – nomes com os quais você ainda vai acabar esbarrando na sua jornada como blogueiro.

O domínio é uma pequena parte do endereço do seu blog.

Por exemplo, no meu blog, o domínio é neilpatel. Só isso.

Para ilustrar, vale ainda falar de alguns blogs famosos, veja só, com o domínio grifado:

Em todos esses exemplos, o domínio é uma marca.

Você percebe isso?

Agora, vem uma questão que é chave: como escolher?

Em primeiro lugar, há uma relação a considerar entre o domínio e o título do blog.

Coloco esse aspecto antes dos demais em razão dos exemplos que acabei de apresentar.

Veja como é importante, no meu caso, utilizar meu nome no domínio.

Se as pessoas pesquisarem por Neil Patel no Google, a presença do nome no domínio ajuda a colocar o blog Neil Patel no topo.

Afinal, o buscador entende que, por aquela pesquisa, essa é a resposta que o usuário deseja.

Se tivesse escolhido um domínio que não combinasse com meu nome (algo como www.euamoblogs.com), a tendência é que outro resultado fosse apresentado.

Então, anote para não esquecer:

1. Manter título e domínio bem próximos.

Muito bem.

Entendido esse ponto, vamos àquele que poderia ser o número 1 da lista.

Falo do objetivo do blog.

De novo usando como exemplo o meu blog, ele leva o meu nome, pois é um blog pessoal.

O meu nome é a minha marca e o objetivo do blog é promovê-la.

Qual é o objetivo do seu blog?

E quer escrever sobre qual assunto?

Um profissional da área de Nutrição pode ter um blog com dicas sobre alimentação saudável e relacionar seu domínio a isso.

Por sua vez, um personal trainer talvez queira um blog sobre atividade física e, por isso, deve apostar em um termo que construa essa relação de forma clara.

Já um palestrante pode ter no seu próprio nome o produto da venda.

Ele precisará construir autoridade para que esse nome venha a conquistar relevância, mas já é interessante que reserve-o como domínio para o blog.

Então, todos esses exemplos nos levam a reforçar a segunda dica:

2. Alinhe o domínio à ideia central do blog.

E também à terceira:

3. Tente priorizar uma boa palavra-chave no domínio.

Palavra-chave?

Sobre isso ainda não havia falado, mas não há segredos.

Quando você ouvir falar nesse conceito, entenda que se refere ao termo, expressão ou frase que as pessoas pesquisam no Google – sobretudo nele, mas em qualquer mecanismo de busca.

Existem ferramentas – e mais à frente falaremos sobre elas – que permitem a você identificar quais são as palavras-chaves mais buscadas.

Assim, é uma estratégia interessante ter no domínio do seu blog um termo que se mantenha com um bom número de buscas.

Lembrando do que falei há pouco: a presença dele no domínio funciona como um indicativo ao Google de que ali está uma boa resposta à pesquisa do usuário.

E ao escolher uma palavra-chave com boa procura, mais pessoas vão chegar no seu blog.

Entendeu como é simples o raciocínio?

Só que ele nos leva à quarta dica, que não é menos importante:

4. Escolha um domínio livre para uso.

O xis da questão é que os domínios com as palavras-chave mais buscadas já estão todos registrados – ou quase todos.

Voltando ao exemplo do blog sobre nutrição, seria bem interessante se pudesse registrar o domínio www.alimentacaosaudavel.com.

Mas isso não é possível agora.

E nem mesmo com o código do país: www.alimentacaosaudavel.com.br.

O motivo é que são domínios já registrados.

Nesse caso, ou você busca um nome vago ou tenta o registro com outro TLD, que é o domínio de topo – as letrinhas que completam o endereço do blog.

Já que não dá para usar o .com ou .com.br, pode usar o etc.br, por exemplo.

Mas ele não é muito relevante para as buscas, nem transmite autoridade.

Quer uma dica?

O melhor é abandonar a ideia de um bom domínio já utilizado e buscar um original, mas ainda criativo e relacionado ao assunto.

Na sua escolha, priorize também combinações fáceis de gravar, termos que não sejam confusos, não produzam cacofonia (como “boneca dela”, “essa fada”, “por cada”, etc.), nem sejam prejudicados pela falta de acentuação, pois ela não estará presente no domínio.

Resumindo, anote:

5. Cuide dos mínimos detalhes.

Pronto!

Agora é só definir seu domínio e confirmar a sua reserva.

Vou explicar como!

Como comprar o domínio e quanto custa

Existe uma razão para a compra do domínio estar no passo 1 e não ser uma segunda etapa.

Ela precisa ser encaminhada junto com a escolha.

É simples de entender.

De que adianta quebrar a cabeça e chegar ao domínio da sua vida, se na hora de comprar descobrir que ele já está em uso?

Terrível, não?

Então, vamos por partes.

Primeiro, experimente a ferramenta abaixo e veja se o domínio que deseja para o seu blog está disponível. Se não for o caso, você vai ver algumas sugestões relevantes.

^99429BCDC6C46D0DDEDF89FEA449988B3B956054E13A462720^pimgpsh_fullsize_distr.pngEscolhido o domínio, você precisa saber que existem entidades responsáveis por registrá-lo.

Algumas mais conhecidas, como registro.br e register.com, outras menos.

A primeira é a mais indicada para a compra de domínios com o código do país – no caso, o Brasil.

A segunda já se aplica melhor à compra de domínios internacionais, o famoso .com.

Se desejar comprar com outra entidade, não esqueça de buscar informações antes.

Passo a passo para compra de domínio .com.br:

  1. Acesse o site registro.br (está em português)
  2. Na Home, onde diz Pesquise e registre o domínio desejado, insira o domínio que deseja
  3. Caso não esteja sendo usado, irá aparecer a mensagem Disponível para registro junto ao seu custo anual, em reais
  4. Se você clicar em Outros valores, pode registrar o domínio escolhido por um prazo de até 10 anos
  5. Com sua decisão tomada, clique em Registrar
  6. Para continuar, é preciso informar o seu CPF
  7. Em seguida, insira informações pessoais e, por fim, selecione Li e aceito os termos do contrato
  8. Com tudo certo, você será direcionado ao pagamento do domínio que escolheu no prazo informado.

Passo a passo para compra de domínio .com:

  1. Acesse o site register.com (está em inglês)
  2. Na aba Domains, localize a opção Register a Domain e clique nela
  3. Na próxima página, haverá uma que diz Find the domain that’s right for you. Nela, digite o domínio que deseja.
  4. Depois, clique em Search Domains
  5. Se ele estiver disponível, aparecerá esta mensagem: Congratulations, your domain is available!
  6. O sistema ainda apresentará mais algumas sugestões abaixo junto aos valores, que são mostrados em dólares – não esqueça de fazer a conversão para reais
  7. Definido o domínio, clique em Add to Cart e, após, em Continue
  8. Na página seguinte, há a opção de assegurar o domínio também para seu endereço de e-mail, se desejar. Para isso, clique em Get Domain + Email. Caso contrário, clique em Continue with Domain Only
  9. Se você ainda não tem registro no site, precisará fazê-lo na página seguinte, na opção New Customers
  10. É só inserir todas as informações solicitadas e, depois, registrar os dados para pagamento.

Mas, afinal, quanto custa?

Vou dar um exemplo.

Eu escolhi blogdopatel como meu novo domínio.

Ele está disponível no register.com a partir de US$ 5,00 por ano (apenas o domínio) e a partir de US$ 1,95 por mês (para domínio e site).

Já com o código do país, blogdopatel.com.br, também há disponibilidade no site registro.br.

Nesse caso, o custo é de R$ 40,00 por um ano e varia até R$ 364,00 por dez anos.

Feito isso, temos um domínio!

Agora, vamos hospedar o seu blog?

Passo 2: Como hospedar seu blog e quanto isso custa

Uau!

Você já tem um domínio!

Estou muito contente com o seu progresso aprendendo como criar um blog.

Agora, é hora de cuidarmos da hospedagem do blog.

Não sabe o que é isso?

Eu explico!

Veja da seguinte forma: o seu blog estará cheio de arquivos.

Vai muito além daqueles visíveis, como as fotos e os textos que criar.

Para que as pessoas possam acessá-los, não adianta armazenar no seu computador, certo?

O que você vai fazer é hospedá-los.

E fará isso junto a uma empresa especializada em hospedagem de sites e blogs, que armazena seus arquivos com segurança em servidores disponíveis 24 horas por dia.

Na prática, quando um visitante digitar o endereço do seu blog ou clicar em um link que leve até ele, estará entrando em área de responsabilidade de tal empresa.

E ela é paga por você para entregar ao usuário o conteúdo solicitado para consumo.

“Mas, Neil, não posso cuidar disso sozinho?”, você pergunta.

Nem cogite a ideia de se envolver minimamente com o processo.

As configurações são imensamente complexas.

E o blog é para lhe dar prazer, não aborrecimentos.

Além disso, se desejar, até mesmo a etapa anterior, da escolha do domínio, pode ser feita junto à hospedagem.

Então, como escolher a empresa que vai lhe ajudar em como criar um blog e quanto vai custar?

Vou citar algumas possibilidades à sua escolha.

Bluehost

A Bluehost atua no mercado de hospedagem desde 2003 e é hoje uma das líderes mundiais no segmento.

É uma das empresas recomendadas por seu padrão de qualidade pelo WordPress, que é a maior plataforma de gerenciamento de conteúdo do mundo.

Possui os seguintes planos e valores:

  • Essencial: R$ 17,99/mês
  • Avançado: R$ 26, 99/mês
  • Profissional: R$ 39,99/mês
  • Empreendedor: R$ 69,99/mês.

O que muda de um plano para o outro, basicamente, é a quantidade de sites disponíveis e a capacidade de armazenamento e de backup de arquivos.

Logo mais à frente, vou falar sobre adicionais que podem ser ou não interessantes para o seu blog, seja qual for a empresa de hospedagem escolhida.

Visite o site da Bluehost neste link.

HostGator

Fundada em 2002 e presente no Brasil desde 2007, a HostGator aparece com frequência em rankings na internet como a líder de mercado e uma das melhores opções em hospedagem.

No ano passado, atingiu a marca de 100 mil clientes no país.

Possui atualmente três opções de planos, com os seguintes valores:

  • Plano P: R$ 11,99/mês
  • Plano M: R$ 17,99/mês
  • Plano Business: R$ 39,99/mês.

Visite o site da HostGator neste link.

Recomendo ainda que veja aqui o comparativo que a empresa preparou sobre os próprios planos.

KingHost

Outra das gigantes mundiais da hospedagem de sites, a KingHost se posiciona como uma empresa jovem (fundada em 2006), com foco na inovação e a meta de ser referência global até 2020.

Atualmente, hospeda 300 mil sites no Brasil e mais de 1 milhão de contas de e-mails.

Seus planos e valores são os seguintes:

  • Hospedagem I: R$ 14,30/mês
  • Hospedagem II: R$ 20,60/mês
  • Hospedagem III: R$ 32,30/mês

Visite o site da Kinghost neste link.

Locaweb

Se você procura uma solução genuinamente brasileira, é provável que escolha a Locaweb, fundada aqui em 1998.

Tem um grande portfólio de clientes, com cerca de 320 mil sites hospedados e mais de 4,5 milhões de contas de e-mail.

Conheça seus planos e valores:

  • Hospedagem I: R$ 17,90/mês
  • Hospedagem II: R$ 24,90/mês
  • Hospedagem III: R$ 42,90/mês
  • Cloud Hosting: R$ 179,90/mês

Visite o site da Locaweb neste link.

Media Temple

Fundada em 1998, a Media Temple é uma das maiores do mundo, hospedando mais de 1,5 milhões de sites.

É responsável pela hospedagem de marcas gigantes, como Adidas e Samsung.

Ou seja, tecnologia e segurança não é problema.

O ponto fraco é que seu suporte é todo baseado nos Estados Unidos.

Então, se você não se vira bem no inglês…

Veja quais são os seus planos e valores (em dólar):

  • Shared Hosting: US$ 20/mês
  • Managed WordPress: US$ 20/mês
  • Vps Hosting: US$ 30/mês.

A empresa tem ainda os planos Managed Hosting e Aws Cloud Hosting, que funcionam por cotação.

Visite o site da Media Temple neste link.

WP Engine

A WP Engine sofre do mesmo “mal” da Media Temple, que é não ter suporte em português.

No entanto, é considerada como uma das melhores opções para quem pretende utilizar o popular WordPress para gerenciar os conteúdos do seu blog.

Confira seus planos e valores (em dólar):

  • Personal: US$ 29/mês
  • Professional: US$ 99/mês
  • Business: US$ 249/mês.

A empresa tem ainda os planos Premium e Enterprise Grade, que funcionam por cotação.

Visite o site da WP Engine neste link.

Preço

Se levarmos em consideração as opções apresentadas, você não vai gastar menos do que R$ 12 para hospedar seu blog.

Existem alternativas mais baratas para criar um blog?

Sim, certamente.

Mas nem todas são confiáveis.

Eu sempre indico que vá pelo caminho mais óbvio, se unindo a uma empresa de excelente reputação e que ofereça serviços eficientes.

Depois, se a sua ideia for ganhar dinheiro com blog, como veremos mais à frente, o custo da hospedagem não deve atrapalhar o seu lucro.

Mas atenção: para definir o quanto pagar por ela, é muito importante saber quais são os recursos básicos e adicionais que você realmente precisa.

Outro ponto bem importante: há planos que não citei que já compreendem a hospedagem e integração com o WordPress.

Os valores sobem um pouquinho.

Você não é obrigado a usar essa plataforma para gerenciar seu blog, mas não é por acaso que a imensa maioria dos blogueiros no mundo a escolhe.

Suporte dos servidor de hospedagem

Aqui, um aspecto muito importante.

Para qualquer dúvida ou problema que você tiver com seu blog, precisa ter um suporte ágil e eficiente do serviço de hospedagem.

Você não contrata uma empresa para ter problemas, lógico.

Mas muito pior do que enfrentar lentidão ou mesmo o blog sair do ar momentaneamente é não ter quem o atenda e resolva a questão de forma rápida.

Por isso, ao contratar um serviço de hospedagem, veja no site qual atenção é dada a essa questão.

Cheque também por quais canais você pode buscar a ajuda da empresa.

Caso o retorno seja prometido em dois ou três dias úteis, é cilada.

Ou seja, se o suporte não parece ser uma prioridade, pule fora.

Avaliação dos consumidores – Notas do Reclame aqui

Nem tudo que reluz é ouro.

Essa é daquelas expressões que se tornam populares sem que saibamos ao certo a origem.

Pois ela se aplica muito bem à dica que vou dar agora.

Ao avaliar a empresa de hospedagem para o seu blog, você não deve se limitar ao que ela própria diz.

Isso significa que, no site dela, pode encontrar as melhores referências a um serviço maravilhoso, único, espetacular.

Na prática, porém, talvez descubra que o ouro pintado lá está mais para latão.

Uma ótima estratégia é buscar a opinião de clientes em sites como o Reclame Aqui e em fóruns na internet.

Nós, enquanto consumidores, temos um poder colaborativo gigantesco na era digital.

Se algo desagrada, passamos a informação adiante.

Ou as empresas corrigem suas deficiências, ou ficam para trás.

Vou dar um exemplo rápido.

Neste momento, no Reclame Aqui, uma das empresas que citei há pouco tem os seguintes resultados:

  • 972 reclamações, que, em média, são respondidas em 1 dia e 12 horas
  • A maioria das reclamações é sobre site fora do ar ou lento, mau atendimento no SAC e estorno do valor pago
  • De todos que reclamaram, 71,1% voltariam a fazer negócio com ela e deram uma nota média de 6,55 para o atendimento recebido
  • A empresa resolveu 85,6% dos problemas e respondeu 100% das reclamações.

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Os resultados apresentados são relativamente bons.

Eles demonstram que a empresa não é perfeita (e isso existe?), mas que há esforço da parte dela em solucionar os problemas que chegam ao seu conhecimento.

Para avançarmos um pouco mais, decidi ver como ela abordou casos de site lento ou fora, que estão entre as reclamações mais comuns.

E pelas considerações finais dos consumidores, o suporte parece melhor que as soluções propostas.

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O recado que fica é claro: investigue a empresa antes de contratar seu serviço de hospedagem.

Quantidade de domínios, armazenamento e banda disponível

Você viu quando listei as empresas que há planos nos mais variados valores.

Talvez esteja se perguntando, então: por que isso acontece?

Vou apresentar uma rápida analogia que vai facilitar o seu entendimento.

Se você decide comprar um carro zero quilômetro e vai até uma concessionária, é apresentado a mais de uma versão do mesmo modelo.

Sempre tem o veículo de entrada, com itens de série mais básicos e opcionais.

Por vezes, há um intermediário antes do modelo completo, que traz tudo aquilo que a montadora preparou para aquele carro.

Você muito provavelmente gostaria de levar para casa o modelo mais completo.

No entanto, ele pode vir com adicionais que não fazem a menor diferença para você.

No caso de um plano de hospedagem, essa é uma condição ainda mais comum.

Definitivamente, os planos variam muito.

E é por isso que, quando comentei sobre preços, lá em cima, sugeri que primeiro conhecesse os recursos que você realmente precisa.

Vamos analisar?

  • Número de domínios: as versões mais baratas oferecem um só
  • Capacidade de armazenamento: vai de 5GB a 150GB
  • Largura de banda: pode ser ilimitada
  • Contas de e-mail: podem ser ilimitadas
  • Backup de dados: de 1GB a 25GB na nuvem.

Citei recursos que são básicos, pois há muitos outros.

Vou falar mais sobre eles agora, ao comentar os serviços adicionais.

Serviços adicionais

Se você acessar o site da empresa de hospedagem e visitar a área de serviços adicionais, talvez não entenda nada do que vê.

Não se envergonhe disso.

É ali que estão reunidas as principais questões de ordem técnica, aquelas que leigos como nós desconhecemos porque não haveria de ser ser diferente.

Os recursos extras variam de empresa para empresa.

Você até pode – e deve – saber o que é oferecido, mas não contrate o que não conhece.

Por exemplo, garantir proteção antispam e antimalware é fundamental, pois as ameaças virtuais não são poucas e você quer seu blog seguro.

Mas será que você precisa de contas FTP, bancos MySQL e certificados SSL?

E de espelhamento de dados, failover automatizado, caching e CDN integrado?

Não entendeu nada?

Então, fique no básico mesmo.

Conforme a necessidade, aí sim, qualifique o plano contratado.

Painel de controle

A hospedagem envolve questões bastante complexas e, por isso, você está contratando uma empresa especializada.

Então, é justo exigir que a experiência com a ferramenta seja descomplicada.

No mínimo, você precisa ter acesso a um painel de controle intuitivo.

Afinal, é através dele que você vai gerenciar seu blog.

É importante que seja simples, limpo e objetivo.

Precisa ter o mínimo de detalhes técnicos possível.

Em seus sites, as empresas de hospedagem vão garantir que sim, que o painel de controle é um dos destaques.

Dê a elas o benefício da dúvida, mas vá em busca da confirmação.

Verifique se ele realmente o agrada.

E se for em português, melhor.

Escolhendo seu CMS

CMS é a sigla para Content Management System, ou Sistema de Gerenciamento de Conteúdo.

É o que o WordPress faz. Mas não apenas ele.

E por que eu toco novamente nesse nome?

Por que ele é quase imbatível como plataforma de gestão para blogs.

Segundo o estudo State of the Blogging Industry 2017, da Convertkit, 76% dos blogueiros utilizam o WordPress.

Seguir a maré costuma ser uma escolha segura, embora nem sempre a melhor.

Mas nesse caso, pode confiar, sem medo de errar.

O WordPress surgiu em 2003.

Quatro anos depois, quando criei meu blog, esse ainda era um sistema bom, mas incompleto.

A verdade é que a tecnologia do CMS evoluiu tanto na última década que é a grande responsável por ser tão simples fazer um blog hoje em dia.

É por isso que a blogosfera é imensa.

Ela se movimenta de forma tão intensa que estudos que tentam mensurá-la tornam-se defasados num estalar de dedos.

Ainda assim, quem arrisca um número fala em pelo menos 200 milhões de blogs ativos no mundo.

Isso se deve aos avanços do CMS, sem dúvida alguma.

De forma básica, essa é a plataforma onde você irá gerenciar seu blog.

Ou seja, vai adicionar, editar e publicar suas postagens.

Também vai incluir links e imagens nos artigos.

E é ali ainda que vai fazer a gestão de comentários, atuando como um moderador.

Quando se fala em blog, tudo acontece dentro de um CMS, o melhor amigo do blogueiro.

É possível criar um blog grátis?

Possível, é.

Recomendado, não.

Por quê?

São várias razões.

A primeira? Não há autonomia suficiente para você fazer do blog uma fonte de renda.

Para começar, seu próprio domínio fica atrelado ao endereço da plataforma.

Em vez de blogdopatel.com, seria blogdopatel.wordpress.com, ou blogdopatel.blogspot.com, por exemplo.

Pouco profissional, não é mesmo?

É difícil de lembrar, prejudica sua relevância, atrapalha sua autoridade e em nada ajuda a aparecer com destaque no Google.

Mas não acaba por aí.

Ao usar a plataforma em sua versão gratuita, você não poderá colocar anúncios em seu blog.

Na prática, não haverá como ganhar dinheiro com ele assim.

Com um blog grátis, você fica nas mãos da plataforma.

Se ele não funcionar ou for fechado sem motivo, de nada adianta reclamar.

Afinal, você não paga nada por isso.

Enfim, são limitações suficientes para você levar o seu blog a sério..

O comprometimento com o projeto requer investimentos.

E, nesse caso, ele nem é tão alto assim.

WordPress

Acho que você já percebeu, mas sou um entusiasta do WordPress, que na minha opinião é o melhor site para fazer um blog.

Não há opção melhor em CMS para gerenciar o seu blog.

Um dos aspectos mais interessantes é que ele possui uma solução para cada perfil de usuário.

Por exemplo, sua versão com hospedagem própria (WordPress.org) é apropriada para blogueiros que querem monetizar seus blogs, amadores e também empresas que desejam adicionar um blog à sua presença online.

O software está disponível em português e deve ser baixado diretamente do site.

Mais à frente, vou dar detalhes sobre a instalação do programa no seu computador e como criar um blog em WordPress.

Leva no máximo 60 minutos.

Já se você não estiver interessado em ganhar dinheiro com seu blog ou em publicidade nele, pode usar outra versão do WordPress, o WordPress.com.

Ela é a mais adequada para quem não quer gastar nada e só pensa em como criar um blog da forma mais rápida e simples possível.

O WordPress online é um pacote pré-hospedado para blogs.

Em vez de comprar hospedagem, baixar o software e fazer a instalação, basta se cadastrar para uma conta no WordPress.com.

Você vai poder começar o processo de como criar um blog em minutos.

Com tudo funcionando, publicar posts no WordPress é bem simples.

Existem muitos guias online que facilitam ainda mais o processo.

Obviamente, você vai querer que o seu blog seja visualmente atraente.

A boa notícia é que o WordPress oferece vários temas gratuitos em seu diretório oficial.

Também existem milhares de temas, alguns gratuitos (para criar um blog gratis personalizado) e outros pagos, disponíveis em locais diversos.

O WordPress.com disponibiliza quatro planos de pagamento (em dólares):

  • Gratuito: Para blogs com necessidades básicas, pronto em cinco minutos – US$ 0,00
  • Pessoal: Para uso pessoal, com domínio personalizado – US$ 4,00/mês
  • Premium: Para blogueiros profissionais e freelancers – US$ 8.25/mês
  • Negócios: Para pequenas empresas, com foco em soluções avançadas para negócios – US$ 24,92/mês.

Square Space

A plataforma de blogs Square Space é um serviço de construção de site e hospedagem amigável ao usuário.

Se você prioriza um blog bonito, embora sobrem temas espetaculares no WordPress, eu entendo uma possível preferência pelo Square Space.

Ele tem menos templates, mas são realmente sofisticados, modernos e elegantes.

Outro ponto a favor é que são responsivos, ou seja, se adaptam bem a vários tamanhos de tela.

O Square Space inclui também um motor de layout que permite organizar o conteúdo do seu blog como quiser, usando um editor simples com a função de arrastar e soltar.

Mas há algumas objeções.

A principal delas é que a plataforma tem apenas a interface em inglês.

Isso pode prejudicar uma de suas principais qualidades para o público nativo, que é a facilidade de uso, com sua interface muito clara, intuitiva e poderosa.

Por outro lado, há quem o aponte como a única alternativa real ao WordPress, justamente por reunir algumas de suas melhores características.

Para criar seu blog nesta plataforma, há apenas dois planos disponíveis:

  • Personal: US$ 16,00/mês
  • Business: US$ 25,00/mês.

Eu recomendo o Square Space como apropriado para donos de negócios que querem um site otimizado e um blog, além de usuários sem nenhuma experiência ou habilidade de design.

Blogger: como criar um blog no blogspot

O Blogger é uma das plataformas de blogs mais antigas.

Ele é propriedade do Google, o que facilita seu acesso.

Você pode se cadastrar usando sua conta do Google ou criar uma nova conta para acessar blogspot.

Afinal, como criar um blog com o Blogger?

O Blogger faz todo o processo de configuração por você.

Em apenas alguns minutos, você pode começar a criar seu conteúdo.

Seu processo de configuração é o mais rápido de todas as plataformas que estou listando.

Os passos de como criar um Blog são bem básicos:

  1. Informe um título para o blog
  2. Escolha o domínio preferido entre os sugeridos
  3. Defina um tema entre 11 disponíveis.
  4. Pronto, seu blog já está criado.

Como o Blogger é uma plataforma gratuita, ele funciona de uma forma muito parecida com o WordPress.com.

Você ganha um subdomínio, como seusite.blogspot.com.

Se desejar, pode usar um domínio personalizado, mas vai ter que comprar o domínio separadamente.

Eu indico que o Blogger é apropriado para blogueiros amadores e pequenos blogs pessoais.

Joomla

O Joomla é um software open source de gestão de conteúdo, como o WordPress.org.

É também uma solução auto-hospedada, o que significa que você terá que comprar um nome de domínio e hospedagem web para usá-lo.

O Joomla é extremamente poderoso e flexível, e pode ser usado para construir qualquer tipo de site ou blog.

Você pode escolher entre centenas de modelos para personalizar o design do seu site, e adicionar várias extensões, plugins ou ferramentas desejadas.

A plataforma é poderosa, mas complexa.

Quando comparado a plataformas como o Blogger, o Square Space ou o WordPress, o Joomla tem uma curva de aprendizado mais longa.

Opções de suporte estão limitadas à comunidade Joomla.

O suporte pago é difícil de encontrar e pode ser dispendioso.

O Joomla pode ser caro, embora o primeiro mês seja gratuito.

Depois disso, você pode ter que pagar entre US$ 20 e US$ 100 por mês, dependendo das opções e upgrades.

Esse valor pode ser alto demais para muitos blogueiros iniciantes, a não ser que o blog seja relacionado a um negócio já existente e que já gera lucro.

Considero o Joomla apropriado para desenvolvedores web habilidosos e donos de negócios já estabelecidos que não querem usar o WordPress.org.

Drupal

O Drupal não é apenas uma plataforma de blog, mas sim uma solução completa de gestão de conteúdo, como o WordPress.org.

Como criar um blog com o Drupal? Você precisa baixar o software e, depois, enviá-lo para instalação em seu servidor de hospedagem.

Ele não oferece hospedagem.

Assim, você terá que providenciar hospedagem e a compra de um nome de domínio para o seu blog separadamente.

Também não é uma plataforma fácil de aprender.

Para quem está começando a usar blogs, Drupal não é a melhor opção.

Incluí o Drupal neste artigo para ser o mais completo possível.

No entanto, não recomendo o uso dele para você que está aprencendo como criar um blog a não ser que você já tenha experiência com Drupal ou saiba exatamente o que está fazendo.

O Drupal pode ser apropriado para desenvolvedores web habilidosos e donos de negócios já estabelecidos que não querem usar o WordPress.org.

Wix

O Wix é uma plataforma de blogs e criação de sites com seu próprio serviço de hospedagem.

É similar ao Square Space, com funções e ferramentas parecidas.

Como em muitas plataformas de blog, você recebe um subdomínio próprio, ex: seublog.wix.com.

Caso necessário, você pode comprar e conectar ao Wix um domínio personalizado.

Os preços de criar Blog com o Wix vão de R$ 9,50/mês a R$ 57,29/mês.

O Wix oferece mais de 500 opções de design.

O Wix App Market conta com vários tipos de personalização, melhorias de design e funcionalidades adicionais.

Ele pode ser apropriado para donos de negócios que querem um site otimizado e que inclui um blog, além de usuários sem nenhuma experiência ou habilidade de design.

Tumblr

A plataforma de blog Tumblr é uma rede social de blogs otimizada para blogueiros que querem publicar pequenas quantidades de conteúdo:

Hoje, o Tumblr é usado principalmente para micro-blogs, citações famosas, imagens, ilustrações e GIFs animados, além de filmes curtos.

Se você estabelecer uma presença de alta qualidade no Tumblr, pode crescer organicamente usando divulgação e compartilhamento dentro da plataforma.

A comunidade é muito unida, com usuários fiéis.

Assim como no Blogger e no WordPress.com, você vai ganhar um subdomínio, ex: seublog.tumblr.com.

Sim, você pode conectar um domínio personalizado ao Tumblr, mas como sempre, terá que comprar isso separadamente.

Você também pode personalizar a aparência do seu blog Tumblr.

Mas a maioria das personalizações precisa ser comprada.

O Tumblr é apropriado para blogueiros amadores e microblogs.

Medium

O Medium é uma plataforma de publicação para posts de blog e artigos.

Ele atrai autores e blogueiros que querem compartilhar suas opiniões e histórias em vários temas.

O Medium distribui conteúdo usando algoritmos personalizados e curadoria editorial.

A grande vantagem de ter um blog no Medium é a comunidade.

Usuários podem fazer upvote e recomendar blogs, o que pode contribuir para tornar um artigo viral.

Qualquer pessoa que usa o Medium pode publicar em seu proprio perfil – ex: medium.com/@seunome.

Mas você pode também conectar seu perfil a um domínio personalizado, o que requer uma compra separada.

Não é possível alterar a aparência do seu perfil no Medium.

Ou seja, o design é sempre o mesmo.

Mas você tem muita flexibilidade em termos de tipografia e imagens.

O Medium é apropriado para autores que querem construir uma marca, sendo útil especialmente para escritores.

Pode ser válido também para blogueiros amadores e blogs corporativos hospedados fora do site da empresa.

Como Criar um Blog com o Ghost

A plataforma de blog Ghost é uma solução em software, como o WordPress.org.

Ela pode ser baixada diretamente da internet e existe hospedagem externa.

Muitos especialistas a consideram como uma versão simplificada do WordPress.

Existem algumas opções de planos para a plataforma.

A versão para download não tem custos, mas a hospedagem não está incluída.

Já a versão hospedada, conhecida como Pro, tem quatro opções:

  • Personal: US$ 19,00/mês
  • Advanced: US$ 39,00/mês
  • Team: US$ 79,00/mês
  • Business: US$ 199,00/mês.

Se você quiser usar um nome de domínio personalizado, pode comprar um e utilizar o Ghost como sua plataforma.

Ela também fornece uma variedade de temas. Alguns são gratuitos, enquanto as versões premium devem ser adquiridas.

O Ghost é apropriado para blogueiros que querem usar as soluções tecnológicas mais avançadas e também amadores interessados em experiências com desenvolvimento web.

Weebly

O Weebly é uma plataforma de blog hospedada que permite criar um blog ou um site completo usando ferramentas de arrastar e soltar.

Afinal, como criar um blog com o Weebly? Deixar seu blog bonito é muito simples!

Existem dúzias de temas com bons designs e funcionalidades que você pode personalizar, usando a interface baseada na web.

A versão gratuita do Weebly permite que você experimente o serviço antes de comprar.

Já os demais planos são os seguintes:

  • Starter: US$ 8,00/mês
  • Pro: US$ 12,00/mês
  • Business: US$ 25,00/mês.

O Weebly pode ser apropriado para blogueiros amadores e negócios que querem manter um blog em seu site no Weebly.

Como Criar um Blog com o Typepad

O Typepad é uma plataforma de blog que incorpora serviços de hospedagem.

Ela foi concebida para fornecer uma interface de uso fácil para blogueiros iniciantes ou experientes.

Você pode selecionar um tema na biblioteca do Typepad ou criar um novo.

Uma das maiores desvantagens de usar o Typepad é que o seu blog fica hospedado nos servidores deles.

Isso pode limitar seu eventual crescimento.

Além disso, a plataforma dificulta a edição direta do código HTML.

Isso não é um problema para quem não têm experiência com código, mas pode ser uma limitação séria para usuários avançados que querem ter mais controle.

Permite o teste grátis por 14 dias e, após, tem os seguintes planos:

  • Plus: US$ 8,95/mês
  • Unlimited: US$ 14,95/mês
  • Premium: US$ 29,95/mês
  • Enterprise: US$ 49,95/mês.

O Typepad pode ser indicado a blogueiros iniciantes e que querem uma abordagem rápida, com uso limitado de código.

Magento

O Magento é uma plataforma de blog e gestão de conteúdo, mas é usado principalmente como uma ferramenta de ecommerce.

O objetivo principal da função é permitir a lojas virtuais terem o seu blog.

Ela é, definitivamente, destinada a desenvolvedores web mais experientes.

Apesar de não ser difícil aprender a usar a plataforma, é preciso ter bastante tempo, algumas habilidades de programação e interesse em usá-la no longo prazo.

Além de e-commerces que desejam ter um blog ou ampliar sua atuação, o Magento é indicado a desenvolvedores web experientes.

Passo 3: Instalação

Acabei de listar diferentes opções de CMS para gerenciar seu blog.

Mas se você pulou direto para cá porque vai mesmo de WordPress, não posso deixar de dizer que fez uma boa escolha.

Neste terceiro passo para criar seu blog, então, vamos aprender como instalar a ferramenta no seu computador.

Por incrível que possa parecer, é uma das etapas mais simples e rápidas.

Não pisque, ou vai acabar perdendo alguma coisa.

Como fazer a instalação de um clique: One click install

Um pouco antes, falei sobre as empresas de hospedagem e os serviços adicionais que elas oferecem.

Aqui está um dos mais interessantes deles: o One Click Install.

As soluções mais completas disponibilizam esse recurso, que é simplesmente fantástico.

Como o nome indica, é a instalação do seu CMS em um clique.

Como funciona?

  • Acesse o painel de controle do serviço de hospedagem
  • Encontre o botão do WordPress
  • Clique e digite o seu domínio.

Pronto! É zero preocupação.

E se o recurso não estiver disponível?

Bom, aí você precisa conhecer outra possibilidade bem interessante, a instalação de 5 minutos do WordPress.

A instalação de 5 minutos do WordPress

É claro que é muito melhor se você puder instalar o CMS em um só clique.

Mas se a sua plataforma de hospedagem não oferece a solução, o próprio WordPress facilita as coisas para você.

Ao baixar o software no site, ele já vem em um arquivo .zip, com um pacote de fácil instalação.

Então, veja só quais são os cinco passos que levam cinco minutos para a conclusão:

  1. Faça o download da versão mais recente do WordPress.org
  2. Crie um banco de dados para o blog
  3. Envie os arquivos para o diretório do blog
  4. Instala o WordPress
  5. Preencha título, usuário, senha, email e comece a usar!

Como comentei, embora a instalação seja rápida, não é como na função One Click Install.

Se precisar de ajuda, contate a empresa de hospedagem.

Antes, vale dar uma olhada neste passo a passo criado pela HostGator, que pode funcionar para você.

Ao concluir a instalação, é hora de se render aos encantos do WordPress.

Vamos ao dashboard!

Passo 4: Dashboard do WordPress

Não se assuste com o termo dashboard.

Nada mais é do que o painel de controle do WordPress.

É ali que você vai dar uma cara ao seu blog e também gerenciar a produção de conteúdo.

Então, é bom conhecer o ambiente e ir se acostumando com ele.

Se a ideia vingar, será para você como uma segunda casa por longos anos.

Aparência

É nesta área que você cuida da parte visual do blog, mas sem que isso afete o conteúdo.

Há possibilidades de escolha ou customização do tema, além de edição de suas preferências quanto ao que aparece nos widgets e nos menus do site.

No WordPress, você tem autonomia total.

Theme Options

Este é um submenu dentro da área de Aparência no dashboard do WordPress.

As opções de edição disponíveis variam conforme o tema escolhido.

Pode ser possível alterar cores e fontes, cabeçalhos e rodapés da página, gerenciar barras laterais e adicionar plugins, entre outras ações.

Páginas

Aqui, estamos falando sobre seções estáticas do seu site.

“Quem somos”, “Sobre nós” e “Contato” são exemplos de páginas.

Elas podem ser atualizadas pelo painel do WordPress, mas se diferenciam dos posts justamente pela periodicidade de alterações ser muito menor.

Isso só acontece em caso de demandas eventuais.

É nesta área que você define o nome da página e também sua URL, que corresponde ao endereço.

Um exemplo: www.blogdopatel.com/contato.

Posts

Esta é a sua área criativa, onde a magia acontece.

Em Posts, você tem as seguintes opções de gerenciamento:

  • Todos os posts: traz em lista os artigos já produzidos e seu status
  • Adicionar novo: é onde você insere novo conteúdo para publicação
  • Categorias: permite adicionar e excluir categorias do seu blog
  • Tags: permite adicionar e excluir tags, um espécie de etiqueta que ajuda na categorização dos posts.

É nesta área do painel do WordPress que você gerencia as suas publicações.

Entre outras tarefas, pode redigir, editar, agendar, publicar ou salvar seus posts como rascunho.

Comentários

Tomara que seu blog tenha muitos comentários.

Nem todos gostam deles, mas eu já contei como são úteis para gerar receitas, além de leads qualificados.

E se você tiver comentários, será nesta área do painel que você vai gerenciá-los.

É aqui que a moderação acontece.

Você pode aprovar ou reprovar e também editar o conteúdo.

Mais uma vez, autonomia total às suas ações.

Ferramentas

Não será a área mais visitada por você no painel do WordPress, certamente.

Mas é importante saber para que ela serve.

O menu Ferramentas traz funcionalidades relacionadas especialmente à importação ou exportação de dados.

Por exemplo, caso esteja migrando de outra plataforma, como Blogger ou Tumblr, pode importar ali posts, comentários e demais arquivos.

Já para exportar, pode selecionar posts, mídia, páginas e formulários, entre outras opções.

Configurações

Em Configurações, você define aspectos gerais do site.

É importante dedicar um tempinho a esse menu, pois ali deve determinar:

  • Título do site
  • Descrição
  • Endereço do site (URL)
  • Idioma do site
  • Fuso horário adotado (essencial para agendamento de posts)
  • Formato de data e hora.

Outros

O que esqueci de falar sobre o painel do WordPress?

Bem, há o menu Mídias, que traz todas as imagens do seu blog e no qual você pode inserir outras, além de editar seus atributos e descrições.

Temos ainda a área de Performance, que tem o próprio dashboard.

Mas essa é toda em inglês e tem configurações avançadas.

O melhor, então, é deixá-la como está.

Há ainda uma das mais especiais, sobre SEO.

Traz configurações gerais sobre a otimização do seu site para o Google e outros mecanismos de busca.

Como ainda falaremos sobre conteúdo otimizado, vamos guardar as energias.

Ah, não posso esquecer de falar rapidamente sobre o menu Plugins.

Há recursos ótimos para turbinar o seu blog.

No próximo passo, vou listar os melhores.

Então, vamos em frente que seu blog está quase decolando.

Passo 5: Os Melhores Plugins para Turbinar o seu blog

Você sabia que, apenas no diretório oficial do WordPress, há mais de 40 mil plugins gratuitos?

Mas o que é um plugin?

É um complemento que agrega algum tipo de funcionalidade ao site.

Funciona como uma excelente forma de personalizar o seu blog, de maneira a atender exatamente ao que você necessita nele.

Há plugins verdadeiramente fantásticos.

Mas como localizar os melhores entre tantas opções?

Vou dar uma ajudinha.

Selecionei 10 deles para você conhecer agora mesmo.

Insert Headers and Footers

Este é um plugin que torna a instalação de outros aplicativos muito mais fácil.

O melhor exemplo é o Google Analytics, que faz uma análise do tráfego do seu site.

Quando você tem o Insert Headers and Footers já instalado no WordPress, basta copiar e colar o código fornecido pelo Google e, pronto: seu aplicativo está funcionando.

Isso torna o acesso a funções importantes totalmente descomplicado.

Nada de editar código fonte ou realizar outras configurações avançadas.

Baixe o plugin neste link.

Disqus

Comentários dão vida a um post.

Você mantém as pessoas falando sobre ele ao permitir comentários.

E a gestão deles não precisa ser nada complicada.

Use o Disqus para WordPress e tire ainda mais de cada comentário no blog.

Há vários pontos de destaque nesta ferramenta que vale a pena citar.

O primeiro deles é a usabilidade.

Sua interfácil é simples, fácil e intuitiva.

É do tipo “nao tem como não saber usar”.

Outra vantagem está na interação que vai além do comentário em si.

Assim que publica a sua opinião, o usuário pode compartilhar o artigo nas redes sociais, o que aumenta o alcance e o engajamento.

Também dá para inserir imagens nos comentários e classificá-los por data ou relevância.

E se o usuário não quiser criar uma conta no Disqus, ele pode usar o login do Facebook, por exemplo.

Resumindo, é uma opção para ter total controle sobre as interações no post.

O plugin é grátis e pode ser baixado neste link.

SumoMe

Se entre os objetivos do seu blog está a geração de leads, temos aí um plugin muito legal.

O SumoMe é uma solução para captar e-mails e construir uma lista de interessados naquilo que você oferece.

Um dos pontos fortes é que ele já vem com diversas chamadas à ação para uso em redes sociais.

São os CTAs, ou call to action.

Tem ainda templates prontos e fáceis de personalizar.

Ou seja, baixe e não se arrependa.

Ele está disponível para download neste link.

Thrive Leads

E já que falei no SumoMe, preciso destacar também o Thrive Leads.

Ele é excelente para capturar o contato daqueles que visitam o seu projeto de conteúdo.

Conta com nada menos do que sete formulários para isso, cada um com características específicas.

Isso é extremamente útil, por exemplo, para criar testes A/B.

Ou seja, para testar duas ou mais versões e ver qual obtém melhores resultados.

Além disso, o plugin suporta todos os principais serviços de e-mail marketing e pode ser acionado em qualquer elemento da página.

Não requer nenhuma habilidade especial para criar formulários e aplicá-los na sua estratégia.

Teste e veja as suas conversões aumentarem muito no blog.

Ele não é grátis, mas vale o investimento.

Você pode baixar o plugin neste link.

TablePress

Eu já comentei que o WordPress não é perfeito.

E uma das deficiências aparece ao tentar montar uma tabela no seu post.

Fica difícil sair do jeito que você gostaria – e isso pode provocar alguns aborrecimentos.

Quer uma dica? Baixe o TablePress.

Essa é uma das melhores formas de criar tabelas fáceis e interativas.

É isso mesmo!

O leitor pode manipular a tabela no post, organizando as informações nas colunas de acordo com suas preferências, através de filtros.

Para você, criar, adicionar e mesclar células nunca foi tão fácil.

Assim que dominar todos os seus recursos, vai ser difícil resistir a inserir uma bela tabela no seu artigo.

Baixe o plugin neste link.

Easy Redirect

Links quebrados não fazem nada bem a um blog.

Além de prejudicar a experiência do leitor, ainda são mal vistos pelo Google.

Em resumo, você vai perder algumas boas posições cada vez que o buscador encontrar esse tipo de falha no seu conteúdo.

Mas é possível evitar esse problema.

Como? Baixe um plugin que faça o redirecionamento fácil para o link correto, como é o Easy Redirect.

Você pode utilizá-lo em diferentes situações, como nos casos de atraso no carregamento da página.

E o melhor: faz isso sem comprometer sua indexação pelo Google.

Para baixar, visite este link.

W3 Total Cache

Este plugin entra na lista daqueles que você precisa ter no seu blog WordPress.

O seu foco está na experiência do usuário, que é qualificada a partir da maior velocidade de navegação.

O segredo?

O plugin guarda em cache tudo aquilo que impacta no tempo de carregamento de uma página.

Na prática, isso provoca um salto de desempenho que faz toda a diferença.

E o melhor: não custa nada.

Baixe grátis neste link.

WP User Avatar

Definir uma imagem e associá-la ao seu perfil no WordPress.

O que lhe parece essa ideia?

Pois com o plugin WP User Avatar, isso é possível e bem fácil de fazer.

Você cria um perfil e pode adotá-lo como avatar de autor do post no blog, por exemplo, assim como nos comentários.

A imagem ficará vinculada a esse perfil.

Sempre que utilizá-lo, lá estará ela.

É simples, prático e muito legal de usar.

Baixe o plugin neste link.

Yoast

No passo 8 deste guia, vou falar sobre SEO.

Ou seja, vou explicar como os posts do seu blog podem ser encontrados pelo Google e eleitos por ele como alguns dos melhores.

Mas há uma figura chave nesse processo que se chama WordPress SEO (by Yoast).

É, sem dúvidas, o melhor plugin para essa finalidade.

Ele permite a você configurar todos os campos necessários para uma boa classificação do artigo junto ao Google.

Mas não é apenas isso.

O Yoast faz uma varredura no post ainda dentro da plataforma de publicação e indica a você de forma fácil onde acertou e onde errou para a otimização do conteúdo.

Além da informação, ele faz isso com diferentes cores.

Se estiver tudo ok, ele usa a cor verde, o que considera que você tem um bom artigo para entregar ao Google.

Já se aparecer a cor vermelha, há campos a corrigir.

Não há nada mais prático e intuitivo do que isso.

Vale muito a pena experimentar.

Faça o download do plugin neste link.

Glue for Yoast SEO & AMP

E já que falamos em um bom ranqueamento junto ao Google, para terminar, preciso falar deste plugin.

O Glue for Yoast SEO & AMP foi criado para atender a uma nova exigência do buscador, por assim dizer.

Ele tem se preocupado muito com a experiência do usuário em dispositivos móveis.

Para isso, há esforços variados no chamado projeto AMP, ou Accelerated Mobile Pages.

A ideia é que as páginas sejam carregadas de forma instantânea nos smartphones.

Isso depende, entre outras coisas, dos metadados presentes nas configurações do seu post.

Como estamos falando de uma área bastante técnica, nada melhor do que contar com uma solução que faz o trabalho sujo para você.

É exatamente isso.

O Glue for Yoast SEO & AMP garante as especificações necessárias, assegurando a melhor classificação possível para suas páginas.

Baixe o plugin neste link.

Passo 6: Como criar um blog com um design fantástico

Então, animado com todas as facilidades para colocar seu blog em prática?

Já vimos como fazer um blog, como hospedar e como incrementar o conteúdo com plugins fantásticos.

Agora, é hora de cuidar da cara do seu blog.

E, nisso, o WordPress é demais.

Então, quero ensinar você a partir de agora a extrair o melhor da ferramenta para que todos se apaixonem pelo que escreve e também pela aparência dos seus posts.

Principais Temas para WordPress

Eu gosto tanto dos temas para WordPress que já escrevi um artigo específico sobre isso.

Dá só uma olhada aqui.

Uma das informações que vale a pena repetir é o poder financeiro de um tema.

Você pode escolher uma opção gratuita, é claro.

Mas entre os pagos, há temas capazes de impulsionar a rentabilidade de seu blog.

Conforme o WpTavern, 50% de todos aqueles desenvolvidos para WordPress no ThemeForest têm gerado mais de mil dólares por mês.

Vou repetir: mil dólares a cada 30 dias.

Mas entre tantos disponíveis, como escolher o seu?

Aqui, vale uma dica sobre a qual já falei na definição do domínio: foque no objetivo do seu blog.

É preciso haver uma harmonia entre o que o blog é e o que ele parece ser.

Blogs alto astral não combinam com cores frias, assim como temas sérios destoam de layouts carnavalescos.

Isso é o básico, é claro.

A outra dica que posso dar é conhecer os temas e encontrar um pelo qual você se apaixone verdadeiramente.

E isso não é difícil de acontecer.

Eu mesmo já tive casos de amor à primeira vista por diferentes temas do WordPress.

Para comprovar o que estou falando, vou mostrar alguns deles agora.

Travelife

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Elegante e gratuito.

Percebe como essas duas palavras combinam bem?

O Travelify é responsivo, moderno e se encaixa em praticamente todos os objetivos que você imaginar para um blog.

Uma possibilidade que o torna ainda mais especial é usar uma imagem de fundo, dando um toque pessoal ao layout.

Vale conferir e testar as suas funcionalidades.

Veja o preview.

Faça o download (gratuito).

Sparkling

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Para blogueiros que estão em busca de um layout limpo e profissional, o Sparkling é um dos melhores.

Além disso, é um dos temas que mais bem se encaixam em uma estratégia de marketing de conteúdo, já que é totalmente amigável ao SEO.

Também tem a vantagem de ser otimizado para exibição em vários tamanhos de tela.

Sou fã do Sparkling e o recomendo ainda em razão de ele ter suporte para a maioria dos melhores plugins para WordPress.

É ótimo para blogs pessoais ou comerciais, em segmentos diversos, como marketing, saúde, fitness, educacional e negócios.

Veja o preview.

Faça o download (gratuito).

Auberge

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Não é por acaso que mais de 30 mil blogs utilizam o Auberge como tema no WordPress.

Ele é poderoso para otimizar a sua estratégia de marketing de conteúdo.

Grátis, profissional e lindo.

Além disso, é 100% responsivo e livre de problemas de redimensionamento e compatibilidade, o que sempre pode prejudicar o valor do seu conteúdo.

Embora se aplique a qualquer nicho, penso que cafés e restaurantes se beneficiam ainda mais do Auberge.

Veja o preview.

Faça o download (gratuito).

Ample

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Se você quer um blog sério, com tema profissional e atraente, cogite seriamente usar o Ample.

Com seu design minimalista e multifuncional, ele prioriza o conteúdo.

Também permite a customização do layout, com ajustes para uso pessoal e empresarial.

Embora funcione bem para qualquer assunto, é a cara de autores, escritores freelancers e revisores de livros.

Veja o preview.

Faça o download (gratuito).

The SSMAG

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Este é mais um tema multifuncional, responsivo e fácil de usar.

Seu layout é baseado em grades, o que ajuda no posicionamento do conteúdo para que se torne viral.

Outro ponto que merece destaque são os botões de compartilhamento.

Eles são muito bem desenhados e favorecem o engajamento e interação.

O The SSMAG ainda suporta vídeos incorporados, o que é ótimo.

Veja o preview.

Faça o download (gratuito).

Galison

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Um tema que se destaca pela atenção que dá aos detalhes.

O Galison possui 12 combinações de layouts diferentes e 22 widgets personalizados.

É ótima opção para blogs pessoais, mas é indicado também para sites informativos, como revistas eletrônicas.

Veja o preview.

Faça o download (custa 39 dólares).

Extra

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Se você procura um tema elegante, o Extra tem tudo a ver com seu blog.

Ele vem recheado de módulos que permitem personalizar o seu conteúdo.

Aliás, a facilidade de customização é um ponto forte do tema.

E ele não exige nenhuma configuração avançada, já que é possível ajustar rapidamente tipos de letra, tamanhos, cores e espaçamentos com alguns cliques.

Veja o preview.

Faça o download (a partir de 89 dólares).

Poder das cores no sucesso do seu blog

Há uma razão para a sua marca de refrigerante preferida usar vermelho e não laranja.

É a mesma que justifica sua rede social favorita preferir o azul e não o roxo.

A ciência explica em uma área de estudo que se chama psicologia das cores.

Na prática, dependendo da sensação que você deseja passar ao leitor do seu blog, escolher a cor certa pode fazer toda a diferença.

Pode parecer um detalhe, mas não há como menosprezar esse fato.

Muitas vezes, é o que separa uma conversão de ser realizada.

A cor representa 85% da razão pela qual você compra um produto específico.

Também anúncios coloridos em revistas são 26% mais reconhecidos do que anúncios em preto e branco.

E tem mais: leva apenas 90 segundos para um cliente formar uma opinião sobre um produto.

E entre 62% a 90% dessa interação é determinada somente pela cor do produto.

Vou repetir: não subestime o que a cor certa pode fazer por você.

Eu mesmo mudei o botão de chamada de ação de azul para amarelo na minha página inicial e isso elevou a taxa de conversão em 38%.

É um resultado espetacular.

Veja só este infográfico que eu criei.

Ele traz mais algumas estatísticas incríveis, como o aumento no reconhecimento de uma marca em 80% pela cor.

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Depois de acompanhar todas essas estatísticas, é natural que você esteja querendo explorar as cores para fazer seu blog decolar.

Mas como?

O primeiro passo é um tanto quanto óbvio: definir sua persona, que é o perfil do usuário ideal.

Ao chegar nas características que o marcam, fica mais fácil identificar os seus hábitos, interesses e necessidades, assim como as cores que tendem a ser mais agradáveis aos seus olhos.

Então, se você se concentrar na persona e no objetivo do blog, vai fazer as escolhas certas.

User Experience: faça seus leitores amarem seu blog

Há algo que você precisa muito saber sobre a experiência do usuário que visita seu blog.

Quanto mais ele se sentir atraído pelo seu conteúdo, feliz com a visita e satisfeito pelo que você oferece e por como você oferece, mais vai amar o seu blog.

Embora tudo isso tenha muito de óbvio, o sucesso (ou o fracasso) mora nos detalhes.

Há fatores diversos que concorrem para que essa experiência seja positiva e renda frutos.

Quando falei sobre os melhores plugins para WordPress, por exemplo, citei o W3 Total Cache e como ele aumenta a velocidade de navegação.

Pode parecer exagero, mas milésimos de segundos a mais no carregamento de uma página podem ser decisivos para o leitor ter uma primeira impressão ruim sobre o seu blog.

E não tem nada a ver com o conteúdo.

Afinal, nesse caso, ele já ingressa com uma predisposição a não gostar do que irá ver.

São os benditos detalhes sobre os quais acabei de falar.

Em uma pesquisa, 62% dos entrevistados disseram que amam marcas que escutam suas perguntas e fornecem soluções para elas.

Então, o usuário quer um conteúdo poderoso que entregue a melhor resposta à sua necessidade.

Mas não apenas isso.

Ele deseja uma experiência completa.

E isso inclui um layout agradável, um site responsivo, cores que o instiguem, uma interface amigável, a sua fonte preferida no tamanho no estilo e uma identificação inequívoca com seu blog.

Focar na experiência do usuário é também entregar a ele um novo conteúdo que o surpreenda.

É como se você entrasse na sua mente e descobrisse os assuntos que ele gostaria de ler.

E mais: fazendo isso exatamente da forma que mais o agrada.

Tem um pouco de suprir necessidades, e muito de superar expectativas.

Conforme Amitavac, “70% de percepção de marca do cliente é determinado pelas experiências com as pessoas.”

Se elas falarem bem de você, isso incentivará outras a fazerem o mesmo.

A tal predisposição será favorável em uma primeira visita.

Isso é perfeitamente possível quando você cria uma legião de seguidores e fomenta uma comunidade em torno do blog.

As redes sociais são um instrumento poderoso para isso.

E você deve se fazer presente, ouvindo os leitores, respondendo a eles, pedindo sugestões.

Como vemos, vai muito além do conteúdo, embora ele seja primordial nessa relação.

Tudo tem a ver com seu usuário.

Ele deve ser o ponto de partida e o de chegada do seu blog.

Como aumentar a taxa de conversão do seu blog

Se você já entende alguns dos conceitos básicos do marketing digital, talvez estranhe o fato de eu estar falando sobre taxa de conversão em um passo que valoriza mais o design do seu blog.

Mas vou explicar.

A taxa de conversão é uma métrica usada para avaliação de resultados.

Em um blog, por exemplo, pode indicar quantos dos visitantes realizam alguma interação, baixam um guia ou assinam uma newsletter.

Você objetiva a conversão ao convidar o usuário a realizar uma ação.

O que muitos blogueiros ignoram é justamente o papel do design de suas páginas para qualificar esse retorno.

As cores, por exemplo.

Já falei sobre elas, mas cabe voltar rapidamente ao tema.

A escolha da cor certa no local exato é uma excelente forma de induzir o usuário a realizar a conversão que deseja.

Dê só uma olhada na imagem abaixo.

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É impossível deixar de olhar para o círculo vermelho, mesmo sendo apenas um entre 20 de cor verde.

E isso se dá justamente pelo contraste, que é um valor primitivo, mas que funciona muito bem.

Lembra do que falei sobre uma mudança no botão de CTA?

Se tal botão fosse esse círculo da cor vermelha e não um botão verde qualquer, a atração para o clique seria muito maior.

E o clique, não custa lembrar, é a conversão que você tanto deseja.

Apresento esse exemplo justamente porque há certo consenso no marketing digital de que um botão vermelho de CTA é muito mais eficaz do que um botão verde.

Ainda assim, vale fazer um teste A/B com diferentes cores e ver qual alcança as melhores taxas.

Mas vamos avançar.

Quero destacar ainda um princípio psicológico chamado fluência cognitiva.

Na prática, usar esse fator na sua estratégia significa não sobrecarregar o cérebro e apostar na simplicidade.

Um estilo minimalista, que priorize o branco, produz esse efeito mais limpo.

Ele permite que o usuário se concentre naquilo que realmente interessa a você, que é o CTA em suas variadas formas.

É por essa razão que, entre as dicas básicas de uma landing page, que é uma página de conversões, está a remoção de qualquer distração.

Elementos visuais em excesso, o que inclui textos e imagens, só prejudicam o objetivo central da estratégia.

Então, se você quer que o visitante do seu blog reaja a um conteúdo, use a psicologia a seu favor.

Faça do design uma poderosa arma de conversões.

Passo 7: Conteúdo, o combustível principal para os resultados do seu blog

Produção de conteúdo.

Esse é um aspecto decisivo se você quer saber como criar um blog de sucesso.

Não há outra forma eficaz de garantir a sustentabilidade do projeto no longo prazo se não for entregando um conteúdo poderoso.

Mas por que afirmo isso?

Porque aprender como criar um blog com um conteúdo de qualidade vai te ajudar a se comunicar melhor com o leitor do seu blog e com o Google.

Seus textos precisam, necessariamente, passar por esses dois grandes filtros para serem aprovados, reconhecidos, valorizados como relevantes e, disso, retornar ao blog algo que se conhece na estratégia digital como autoridade.

Você deve escrever para suas personas e se preocupar em entregar a elas a melhor resposta para suas necessidades.

Mas também precisa direcionar seu conteúdo para o Google, inserindo elementos que o buscador prioriza na sua varredura sobre o post.

Particularmente sobre esse processo, que é chamado de SEO, falaremos no passo 8, logo a seguir.

De momento, saiba que seus resultados dependem do conteúdo.

E ele precisa ser denso, completo e útil, fugindo de qualquer superficialidade.

Deve atacar um problema específico e resolvê-lo de forma eficaz e efetiva.

Um conteúdo de qualidade qualifica a experiência do usuário.

O leitor não deve se arrepender de ter clicado no Google e escolhido o seu post.

Se ele não gostar do que ver, fechar a página e seguir sua procura, seu artigo perde pontos e cai na classificação apresentada pelo buscador.

Quanto mais próximo do topo ele se manter, maior será o tempo em que entregará resultados ao seu projeto.

E quanto mais artigos você tiver nessas condições, melhores serão os resultados do blog no longo prazo.

É chegada a hora, então, de criar conteúdo.

Vou ensinar como.

A jornada é decisiva: não tire mais os olhos da tela a partir de agora.

Personas: para quem você vai escrever

Um conteúdo de qualidade conversa com o leitor do seu blog.

Sentiu um déjà-vu?

Sim, eu tinha acabado de usar essa frase, mas tive que repeti-la.

É que há uma questão central sobre a qual você precisa pensar antes de escrever.

Afinal, quem é o leitor do seu blog?

Se é com ele que seu artigo vai conversar, essa definição passa a ser obrigatória.

Para isso, é importante entender o conceito de persona.

Essa é uma representação fictícia do seu perfil de cliente/leitor ideal.

Também podemos pensar como um usuário médio.

Na prática, definir uma persona é construir um perfil (ou mais de um) que reúne características comuns do seu público-alvo.

Entre elas, estão questões relacionadas a gênero, faixa etária, renda, escolaridade, hábitos, costumes, hobbies e interesses.

Exige um estudo do nicho que você deseja explorar e conhecimento avançado sobre os seus visitantes.

Mas não necessariamente você precisa investir em uma pesquisa de mercado.

Se você escreve sobre um assunto que ama, muito provavelmente se aproxima da representação ideal da sua persona.

Além disso, vale observar como os visitantes do seu blog se comportam, por quais assuntos se interessam mais, sobre o que conversam nas redes sociais e quais posts têm mais comentários.

Também pode ser interessante lançar um breve questionário destinado aos visitantes, mas apenas se a definição de personas se mostrar difícil ou muito abrangente.

Na prática, quanto mais segmentada for a sua abordagem no blog, mais fácil será encontrar essa resposta sobre o perfil ideal.

Quer exemplos?

Em um blog sobre moda feminina plus size, é moleza identificar a persona.

Já um blog sobre viagens muito provavelmente terá pelo menos três personas – e isso considerando apenas o critério de faixa de renda.

Mas por que essa definição é tão importante?

Voltando ao exemplo do blog de viagens, não dá para trabalhar a palavra-chave “o que fazer em Paris” da mesma forma para todos os públicos.

Para uma persona de alto poder aquisitivo, interessa o que há de melhor na capital francesa, e não atrações gratuitas ou dicas para um tour econômico pela cidade.

Pensar na persona ao propor pautas e ao produzir conteúdo é focar nas necessidades do leitor.

Como adicionar um post

O WordPress incentiva você a produzir conteúdo.

Ele assim o faz tanto no seu menu à esquerda quanto na barra superior.

No topo, há um botão + Novo: basta clicar e uma janela de inserção de conteúdo se abre.

Na lateral, se passar o cursor do mouse sobre Posts, é só clicar em Adicionar novo.

E o dashboard traz ainda um widget de Rascunho rápido.

É para não deixar passar uma boa ideia de post nem por um segundo.

Você pode usar um editor de textos para produzir conteúdo ou escrever diretamente na ferramenta WordPress, que você vê abaixo.

screenshot_20171020_080216.png

Veja como a área de produção é simples e intuitiva.

Os principais campos incluem o título, adicionar mídia (foto), barra de ferramentas e atributos de publicação (na área superior à direita da tela).

É nesse último que você define data e hora da publicação e confere a análise de SEO no post (calma, ainda vamos chegar lá).

Não há segredos aqui: é preciso escrever, escrever e escrever.

Depois, salvar como rascunho, agendar ou publicar.

Embora a simplicidade do passo, a responsabilidade é gigantesca.

Nunca é demais repetir como um mantra: o conteúdo é decisivo para os resultados do seu blog.

O que são cabeçalhos e como você deve trabalhar com eles

Cabeçalhos, subtítulos, headers, headings, H2, H3…

Ao entrar no mundo dos blog, você fatalmente terá contato com esses termos.

São divisões que você aplica no texto com o objetivo de introduzir uma nova abordagem do assunto do post, destacar um trecho importante, melhor a experiência do leitor e conduzi-lo de maneira atrativa durante a sua jornada ao longo do post.

Tem a ver com a estrutura do texto e faz diferença tanto para o Google quanto para o leitor.

E, para isso, mais uma vez, o WordPress dá uma mãozinha.

Repare na imagem abaixo que você pode selecionar o tipo de cabeçalho que deseja aplicar ao trecho selecionado no seu post.

No exemplo, destaco o cabeçalho 2, que você logo vai se acostumar a chamar de H2.

screenshot_20171020_100632.png

Agora, vou sanar suas principais dúvidas.

1. Preciso ter cabeçalhos ao longo do post?

Sim!

Eles ajudam na hierarquia do artigo.

2. Não posso simplesmente usar o negrito para destacar um subtítulo?

Não!

Para o leitor talvez funciona, mas o Google depende da seleção como cabeçalho para “ler” um subtítulo como ele é.

3. Posso escolher qualquer cabeçalho para usar?

Não!

Não é por acaso que eles têm tamanhos diferentes.

É preciso respeitar a hierarquia.

Você não precisa se preocupar com o H1, pois por padrão o WordPress já o entrega ao Google no título do post.

Mas o seu subtítulo deve ser marcado como H2.

Nunca esqueça: os cabeçalhos seguem uma sequência lógica.

4. Então é só respeitar a sequência numérica e não tem erro?

Não é bem assim.

Pense no post como blocos de texto.

O H2 sempre é utilizado para apresentar um subtítulo.

Se, dentro dele, houver uma nova divisão, algo como um “subsubtítulo”, nesse caso você deve usar um H3.

E, se nesse H3, houver mais uma divisão, o H4.

Após isso, se o texto for retomado com um novo subtítulo, o cabeçalho escolhido deve ser o H2 e não um H5, por exemplo.

O motivo é que essa estrutura considera cada bloco de texto único.

Por isso, a formatação dele é pensada de maneira individual.

5. Estou confuso, Neil. Preciso de um exemplo.

Claro, por que não?

Veja abaixo a hierarquia de um post sobre viagens.

screenshot_20171020_103531.png

Para facilitar sua compreensão, sinalizei de forma clara o papel que cada cabeçalho cumpre nessa estrutura.

E como seria a continuidade do post?

Ao citar um segundo destino, ele será marcado como H3.

E quando falar sobre o que fazer nele, novamente um H4.

Quando terminar a relação de destinos e um novo subtítulo surgir (algo como “Dicas para uma viagem perfeita”), sem relação direta com o bloco anterior, ele receberá a marcação de H2.

É uma retomada, quando você informa ao Google e ao leitor que ali está um novo bloco do seu post.

Ficou mais fácil de entender os cabeçalhos agora, não é mesmo?

E o melhor de tudo é que marcá-los corretamente no WordPress é uma barbada.

Basta posicionar o cursor sobre o trecho desejado e selecionar o cabeçalho correto.

Anote aí: a gestão correta dos cabeçalhos é a primeira dica de otimização de textos no seu blog.

É sobre isso que falarei agora.

Como otimizar os textos do seu blog

Quando você ler ou ouvir falar em otimização de conteúdo, significa escrever para o Google.

É uma forma muito simplificada de ver a questão, mas é importante tratar dessa maneira para você que esta buscando como criar um blog, compreenda como gerar resultados.

Agora, vou relacionar algumas características que o Google vai adorar encontrar no seu texto:

  • Conteúdo rico, útil e relevante ao leitor
  • Bom uso da palavra-chave
  • Hierarquia perfeita de cabeçalhos
  • Boas práticas de links internos e externos
  • Presença de imagens
  • Formato responsivo.

Vou explicar o que isso significa em termos práticos.

Em primeiro lugar, você precisa oferecer a melhor resposta ao leitor em sua busca.

Para isso, pense no conteúdo que entrega e também no tamanho do post no blog.

Muito raramente artigos com menos de 1.000 palavras terão espaço no Google.

Quanto mais, melhor.

Em segundo, você precisa dizer ao Google sobre o que está falando.

E, para isso, a palavra-chave tem que estar no centro da sua estratégia.

Como destaquei lá atrás, ao falar sobre a escolha do domínio, palavra-chave é um termo, expressão ou frase que os usuários pesquisam no Google.

Então, ela precisa aparecer ao longo do post de maneira orgânica e natural.

Também deve estar presente no título, na primeira frase e em pelo menos um cabeçalho.

Isso é o básico da otimização de conteúdo.

Em terceiro lugar, use corretamente os cabeçalhos, como expliquei antes.

Em quarto, tenha links internos (ou seja, para outros artigos do blog) e externos (para sites relevantes) sempre que contribuírem com o post.

Em quinto, nunca publique um artigo sem ter ao menos uma foto relacionada ao assunto.

Em sexto, lembre que 43% dos brasileiros só acessam a internet pelo celular.

Isso coloca você diante do compromisso de oferecer uma página leve e fugir dos blocões de texto.

Como construir a URL dos seus posts

Por padrão, o WordPress vai criar automaticamente a URL do seu post, ou seja, o endereço pelo qual ele será encontrado na web.

Isso acontece tão logo você cria um título e começa a escrever seu post.

Se começar a escrever e deixar o título para depois, a plataforma vai criar uma URL com uma sequência de números.

Nos dois casos, é importante você editar o slug, que é a parte exclusiva do post, que vem depois do seu domínio.

Como requisito obrigatório, a URL precisa ter a palavra-chave que você está trabalhando no texto.

Como boa prática, é importante que ela seja curta.

Para simplificar, após a barra, só o que deve aparecer é a palavra-chave.

Exemplos:

  • wwww.seublog.com.br/destinos-de-viagem
  • www.seublog.com.br/como-abrir-uma-empresa
  • www.seublog.com.br/o-que-e-seo
  • www.seublog.com.br/o-que-fazer-no-rio-de-janeiro
  • www.seublog.com.br/onde-comprar-spinner.

Básico, mas importante: não use acentos na URL.

Como encontrar e inserir as imagens no texto

Você precisa de pelo menos uma imagem no texto.

Mas as fotos que encontra na internet possuem direitos autorais que deve respeitar.

E assinar um banco de imagens (como o Shutterstock) possivelmente não compensa devido ao custo.

Como resolver esse problema?

Você pode localizar no Google fotos liberadas para uso editorial.

Pode, mas não é o ideal, pois representa mais do mesmo.

Na prática, pode prejudicar a classificação do seu artigo pelo buscador.

Para ter fotos originais, a melhor opção é você mesmo fazer suas fotos.

É claro que isso vai depender muito do tema sobre o qual escreve.

Caso essa não seja uma opção, só resta buscar em fontes confiáveis e que permitem a reprodução gratuita.

Alguns caminhos para isso:

  • Procure por bancos de imagens profissionais que disponibilizam uma cota de downloads gratuita, como o Adobe Stock (que limita a 10 fotos grátis)
  • Busque opções totalmente gratuitas, como Unplash, Pixabay e Pexels
  • Tente no Fotos Públicas, que é um banco que reúne fotos de diferentes fontes gratuitas
  • Busque nas opções avançadas do Flickr as fotos com uma licença “sem restrições de direitos autorais” ou com “uso comercial permitido”.

Escolha a foto e salve o arquivo no seu computador tendo o nome da palavra-chave (semelhante ao que fez na URL).

Por exemplo:

  • destinos-de-viagem-meublog.jpg
  • como-abrir-uma-empresa-meublog.jpg
  • o-que-e-seo-meublog.jpg
  • o-que-fazer-no-rio-de-janeiro-meublog.jpg
  • onde-comprar-spinner-meublog.jpg

Depois de escolhida a foto, é hora de clicar no botão Adicionar mídia para incorporar a imagem ao post.

Nesse momento, tenha atenção especial aos atributos dela.

São campos que você precisa obrigatoriamente preencher, pois serão igualmente lidos pelo Google.

  • Title (ou Título): Dê um título para a foto usando a palavra-chave
  • Alt text (ou Texto Alternativo): Faça uma curta descrição também usando a palavra-chave.

Feito isso, é só selecionar o tamanho da imagem e pronto!

Seu post já tem uma foto!

Como criar um blog explorando outros recursos visuais

Uma boa foto já atende às necessidades visuais básicas de um post.

Conforme a densidade do conteúdo, duas ou três podem ser usadas.

Não é legal deixar a página pesada, mas também não vale cansar o leitor com texto sobre texto.

Para tornar seus posts ainda mais atraentes, inserir infográficos e vídeos pode ser uma ótima ideia.

Desde que case bem com o conteúdo, é claro.

Infográficos

O melhor dos infográficos é que são peças que concedem liberdade total de criação.

Você não tem regras a seguir.

Deve apenas buscar oferecer a melhor informação possível da maneira o mais atraente possível.

Ou seja, ele cumpre no post não apenas a função visual, mas deve complementar o conteúdo.

Além disso, são ótimas iscas para atrair links e compartilhamentos em redes sociais.

Gosto sempre de dar o exemplo do blog KISSmetrics.

Quando comecei a criar infográficos lá, em 2010, eles ajudaram a gerar 2.512.596 visitantes e 41.142 backlinks.

São números fabulosos!

Então, do que você precisa?

  1. De um programa simples, como o Infogram ou o Piktochart.
  2. Se quiser e puder investir, contrate um bom designer na Dribbble ou outra plataforma freelancer.
  3. Depois, deve submeter a arte a um diretório de infográficos, como Infographic Archive ou Submit Infographic.
  4. Em seguida, precisa gerar um código para embedar seu infográfico no post, o que pode ser feito em plataformas como o gerador de embed code do Siege Media.
  5. Por fim, copie o código embed e cole no painel HTML do post no WordPress.

Ao voltar à visualização normal, você já terá o seu infográfico posicionado no local escolhido.

Videos

Você sabia que 100 milhões de pessoas assistem vídeos online todos os dias?

Esse número não é nada perto do que vem por aí.

Cisco prevê que, até 2020, mais de 80% de todo o tráfego na internet deve ocorrer por meio de vídeos.

Então, ter um vídeo no post do blog não é luxo. Vai virar obrigação.

Mas você não precisa produzir seus próprios vídeos, embora deva considerar a possibilidade mais à frente.

O jeito correto de fazer isso é embedando o conteúdo original, publicado em uma plataforma externa, como YouTube, Vimeo ou Viddler.

Isso preserva os direitos autorais do vídeo sem que seja preciso enviar o leitor para fora do blog.

Ou seja, ele assiste ao conteúdo dentro do seu post.

Para isso, escolha um vídeo de boa qualidade visual e de conteúdo.

Na própria plataforma onde você fizer a sua busca, será possível captar o código para embedar.

Nesse caso, faça no painel HTML, tal qual ensinamos com relação aos infográficos.

Mas o WordPress permite que você realize essa ação de modo ainda mais fácil.

Na barra de ferramentas, clique no ícone com o sinal de +, depois vá em Content (conteúdo) e, por fim, em Video.

Veja só:

screenshot_20171020_134617.png

Depois, onde aparece uma sequência de números, é só substituir pela URL do vídeo escolhido.

Pronto!

Seu artigo está incrivelmente fantástico e pronto para ser amado pelos visitantes.

Agora, vamos tratar de garantir que o Google alimente o mesmo sentimento por ele.

Passo 8: SEO: Faça o Google adorar seu blog

Uau!

Estamos nos aproximando da reta final desse super tutorial de como criar um blog de maneira fácil.

Como vimos no passo anterior, entregar ao leitor a resposta que ele procura levará os visitantes a amar o seu blog.

Muito bem.

Ao conseguir isso, posso dizer que você se aproximou da metade do caminho.

Certamente não é fácil agradar ao leitor, mas fazer o mesmo com o Google pode ser ainda mais difícil.

Nesse caso, o desafio de como criar um blog é enorme porque não envolve apenas o seu conteúdo.

Há detalhes relacionados à programação do seu blog, por exemplo, que podem influenciar no ganhe e perde de posições rumo ao topo do buscador.

Se você usar WordPress, como recomendado, terá ao seu lado uma plataforma amigável do SEO, o que contribui bastante.

É importante que seja assim para que possa se concentrar na produção de conteúdo otimizado para o Google.

Então, para abrir esse oitavo passo, ainda quero falar do texto e dar mais uma motivo para você cuidar muito bem dele.

SEO On Page

SEO é a sigla para Search Engine Optimization.

É a otimização para mecanismos de busca, que se divide em SEO On Page e SEO Off Page.

A primeira estratégia, como o nome indica, inclui todas as ações realizadas na própria página, seja com seu texto ou com a estrutura do blog.

Ao longo deste guia, já falei separadamente da maior parte delas.

Então, para sedimentar seu conhecimento, veja agora o que não pode ficar de fora.

  • Palavra-chave: termo utilizado pelos usuários para realizar uma busca no Google. Conteúdo deve ser construído em torno dela
  • Título: deve ser atrativo e convidativo, trazendo a palavra-chave, preferencialmente no início
  • Subtítulos: H2, H3 e, eventualmente, H4. A palavra-chave deve aparecer em ao menos um deles
  • URL: endereço do post, deve ser curto e ter a palavra-chave
  • Links: internos (para outros artigos) e externos (para conteúdos relevantes)
  • Meta Title: título que aparece no Google, deve ter a palavra-chave
  • Meta Description: descrição do post que aparece no Google, não precisa, mas se beneficia da palavra-chave.

Importante: todos esses campos você preenche no próprio WordPress.

Ou dentro do post ou nas suas configurações.

Se utilizar o plugin Yoast, por exemplo, será nele que irá informar qual a palavra-chave em foco, o Meta Title e o Meta Description.

O SEO On Page é bem menos complicado do que pode parecer e é muito eficaz para posicionar bem o seu blog.

SEO Off Page

Agora, quero falar sobre tudo aquilo que contribui para a melhor classificação do seu post junto ao Google mas que fica fora do blog.

Isso é o que caracteriza o SEO Off Page.

É interessante observar como ações em outros locais na web revertem em benefícios e ajudam seus artigos a garantir maior autoridade.

O segredo está nos links, ou melhor, nos backlinks.

São as ligações em outros sites que apontam para o seu blog.

O Google adora quando o seu conteúdo é reconhecido por sites diferentes.

Aos olhos do buscador, sempre que isso acontece, é como se alguém sinalizasse “Ei, esse cara aqui é importante!”.

Na verdade, é exatamente isso o que um backlink representa.

E quanto mais relevante for o site de origem a apontar para o seu, mais pontos você conquista com o Google.

A questão é: como conseguir backlinks?

Nem sempre eles virão de forma natural, ou seja, em reconhecimento ao seu conteúdo.

Especialmente quando um blog é novo, pode levar algum tempo até isso ocorrer.

Também você não deve fazer qualquer esquema de links, fazendo troca com outro blog apenas para que um ajude o outro a galgar autoridade.

O Google é bem espertinho e, se identifica a fraude, acaba punindo seu blog – e aí sim, você vai despencar ou mesmo desaparecer das sugestões de resultados.

Vou falar então de quais estratégias você pode usar sem medo de ser feliz.

Guest posts

O Google não o proíbe de ter parceiros na web.

Não é por isso que ele pune a troca de links, mas sim porque ela é uma tentativa descarada de ludibriar o buscador.

Mas o mesmo não acontece com um guest post.

Esse é um artigo que você escreve para um blog parceiro, é publicado nele e, no texto, há ao menos um link apontando para o seu blog.

É uma boa prática por que agrega conteúdo.

Você também pode receber guest posts no seu blog.

Mas é importante que a linha de conteúdo seja respeitada.

Comentários

Fóruns na internet já não têm o mesmo glamour de outrora, pois os debates online migraram com força para as redes sociais.

Ainda assim, dependendo do assunto que seu blog aborde, pode encontrar esse tipo de espaço para explorar.

Nesse caso, a regra é a mesma para as seções de comentários em blogs relacionados.

A ideia é entrar no debate, deixar a sua contribuição com relevância e autoridade e incluir um link útil nela.

Redes sociais

Como deixá-las de fora da estratégia, não é mesmo?

É importante que o seu blog tenha um perfil nas principais redes sociais, como Facebook e Instagram, para o compartilhamento do seu conteúdo nelas.

A interação e engajamento que isso produzir será útil para a maior autoridade do seu domínio.

Aliás, tenho falado bastante neste guia sobre a tal autoridade.

Então, deixe-me explicar melhor o que isso significa.

Domain Authority – Autoridade do seu Domínio

O quão importante é o domínio do seu blog na internet?

A resposta a essa pergunta indica, em outras palavras, o tamanho da sua autoridade na web.

A construção da sua relevância depende basicamente das ações de SEO Off Page, sobre as quais acabei de falar.

Mas não é apenas isso.

A idade de um domínio é outro fator que não pode ser desconsiderado.

Ou seja, quanto mais tempo você tiver o blog e seguir publicando conteúdo nele, mais importante ele se torna aos olhos do Google.

Se a experiência que oferece ao usuário costuma ser positiva, com um número de interessante de compartilhamentos de posts, por exemplo, esse é um sinal de que a reputação do blog é alta – o que também gera reflexos positivos.

O mesmo acontece quando ele gera um bom tráfego e possui uma baixa taxa de rejeição (o usuário acessa, pouco permanece e vai embora sem realizar nenhuma ação, nem mesmo um clique).

A quantidade e a qualidade dos links que apontam para o seu conteúdo é outro fator muito importante, assim como a sua diversidade.

Então, quanto mais sites e blogs diferentes utilizarem links para o seu blog, maior será a sua autoridade de domínio.

Esse é um indicador que você deve mirar desde o início, mas ciente de que os resultados só virão no médio e longo prazo.

Page Authority

Esse conceito é semelhante ao Domain Authority, então, cuidado para não confundir.

Veja da seguinte forma: a autoridade de domínio representa a importância do seu blog em escala macro, enquanto a autoridade da página faz o mesmo em escala micro.

Isso significa que cada página do blog tem características próprias de autoridade, que pode ser maior ou menor que a do domínio em si.

Não há como todas as suas páginas terem a mesma autoridade, pois nem todas elas conseguem backlinks, por exemplo.

Também o tráfego que geram é muito diferente, assim como o tempo de permanência, a taxa de rejeição e todas as métricas que influenciam na autoridade, para o bem e para o mal.

É importante que você tenha páginas com autoridade reconhecida.

Afinal, a contribuição individual de cada uma irá favorecer o conjunto.

No fim das contas, seu blog sai ganhando de qualquer jeito.

Breadcrumbs

Agora, quero falar de um conceito que é importante você conhecer, embora possivelmente não o utilize no seu blog.

O nome breadcrumbs, ou trilhas de migalhas de pão, faz alusão à história de João e Maria.

Você a conhece?

Então, a função é praticamente a mesma: indicar ao usuário um caminho de volta.

Breadcrumbs são geralmente utilizados em sites grandes, com muito conteúdo e recheados de subcategorias dentro de categorias.

Eles indicam o caminho desde a Home, literalmente, para que o usuário não se perca, saiba como chegou até ali e como sair dali e fazer o caminho de volta, se desejar.

Mas como usar breadcrumbs em um blog?

De novo: eles só são úteis se houver muitas divisões e se elas realmente forem justificadas.

Quer um exemplo?

Imagine um blog gigante sobre literatura, que é quase uma biblioteca analítica na internet.

Talvez ele se valha de uma sequência de breadcrumbs como esta:

Home > Livros > Literatura Contemporânea > Brasil > Autores > Luís Fernando Veríssimo > Obras > O Analista de Bagé

Cá entre nós: um exagero que só se justificaria mesmo se houvesse diversidade de conteúdo em cada item sinalizado por um breadcrumb.

E se você se pergunta por que eles existem, a resposta é fácil: qualificar a experiência do usuário.

Velocidade de carregamento

Essa já foi a preocupação número 1 entre os proprietários de sites no Brasil.

Não que tenham desaparecido as razões para tanto, mas a tecnologia evoluiu bastante.

Atualmente, ao mesmo tempo em que as conexões se tornaram mais velozes, também os artifícios para reduzir o tempo de carregamento de uma página estão mais variados.

Mas não esqueça do que comentei antes, que quase metade dos brasileiros acessam a internet pelo celular.

E a rede 4G ainda engatinha por aqui e segue entre as piores do mundo.

Isso significa que, ou você trabalha para que sua página fique o mais leve possível, ou a experiência do usuário tende a ser prejudicada.

E isso é péssimo para o seu blog.

Por vezes, a solução pode estar lá no início, na escolha da empresa de hospedagem.

Se ela ainda demora muito para entregar o seu blog ao usuário após a solicitação, pode ser uma boa razão para cogitar uma troca.

Mas nem tudo tem a ver com terceiros.

Se você não otimizar as imagens que publica no blog, por exemplo, fatalmente ele se tornará mais lento, mais cedo ou mais tarde.

Entenda esse recado como a necessidade de diminuir o tamanho dos arquivos.

Não há razão para fazer o upload de uma foto de 5MB, por exemplo, se ela pode ser aproveitada da mesma forma, sem perda de qualidade, com 200KB.

São 25 vezes menos.

E um alento para a navegação.

Mobile First e AMP

Veja esta imagem:

Screenshot_20171020-233417.png

Você notou algo diferente?

Sim, é uma busca no Google realizada a partir de um smartphone.

Mas olhe com um pouco mais de atenção e veja se há algum elemento diferente da pesquisa realizada em desktop.

Notou?

Se não percebeu, não se preocupe.

É algo novo, uma mudança que o Google revelou no final do ano passado.

Falo da sigla AMP que aparece antes do Meta Description em resultados oferecidos pelo buscador.

O que acontece é que o Google está apresentando sugestões diferentes para pesquisas pela mesma palavra-chave, a depender da plataforma utilizada.

A estratégia prioriza o projeto de código aberto AMP (Accelerated Mobile Pages), que é incentivado pela gigante de tecnologia para reduzir a velocidade de carregamento de páginas no celular.

Não há confirmação de que isso afete os atuais critérios de SEO, mas há quem aposte fortemente nisso.

E como a perspectiva aponta para uma atualização do índice móvel pelo Google mais frequente do que no desktop, quem correr na frente e qualificar a experiência mobile tem tudo para sair em vantagem.

Criei meu blog, qual o próximo passo?

Tenho o imenso prazer em anunciar que você já tem tudo o que precisa sobre como criar um blog.

Mas não pare por aqui.

Não importa qual seja o objetivo que você definiu para o blog, a recorrência nas postagens é fundamental para alcançá-lo.

Mas não apenas isso, como também a divulgação.

Vou dar agora duas dicas que vão exatamente nessa direção.

Como construir um calendário editorial

Depois de aprender como criar um blog, e colocá-lo no ar, você precisa levar esse projeto a sério.

Para isso, duas características imprescindíveis são a disciplina e a organização.

A primeira favorece a recorrência, sobre a qual acabei de falar.

A segunda garante a ordem necessária para isso.

Um calendário editorial nada mais é do que a previsão de pautas a trabalhar no seu blog, com o detalhamento delas.

Use o Google Drive para isso.

Suas soluções são gratuitas e armazenadas em nuvem, o que permite a você acessar e manusear de qualquer local, desde que conectado à internet.

No Google Planilhas, você pode criar uma estrutura que preveja:

  • Palavra-chave a atacar
  • Palavras-chaves relacionadas
  • Concorrentes principais
  • Estrutura da pauta
  • Pontos de atenção
  • Data de agendamento/publicação
  • Link para o post original.

Ao fazer isso, você vai favorecer a própria frequência de publicações no blog, já que terá tudo bem planejado.

Também terá uma estratégia clara, podendo priorizar as melhores palavras-chave para cada momento, sem cair no erro de repetir alguma já utilizada antes.

Como divulgar e promover seus textos

Outro benefício do calendário editorial aparece na divulgação e promoção de seus textos.

Você pode fazer isso através de newsletters, e-mail marketing e postagens em redes sociais, patrocinadas ou não.

E as chances de uma divulgação eficiente aumentam quando há organização e planejamento.

Conforme o objetivo do seu blog, o investimento em mídia paga será uma exigência.

Especialmente no início, é difícil ter estômago para ver os dias passando e seu blog vagando em uma dimensão desconhecida e inacessível.

Se você quer resultados, precisa apostar na promoção do seu conteúdo.

E, para isso, é necessário abrir a carteira.

Mas não significa que seja preciso gastar muito.

O principal é gastar bem.

Ou seja, aplicar o dinheiro de forma que o retorno do investimento seja satisfatório.

Qual o seu objetivo com blog e como ele pode ajudar?

Quero contar um pouco sobre as razões pelas quais eu amo blogs.

Você vai ver que, não importa qual seja o seu objetivo, essa é uma ferramenta perfeita, de baixo custo e eficiente.

Sentir o prazer de escrever e publicar

Para dar certo, um blog precisa de paixão.

Esse é um sentimento que me faz trabalhar com blogs há tanto tempo.

Espero sinceramente que você também seja tomado por ele.

Um blog pode começar como um hobby apenas.

Não há nada de errado nisso.

É até mais saudável do que vê-lo como a saída possível para uma crise financeira ou como a alternativa para empreender por necessidade.

Afinal, se assim for, talvez escrever se aproxime mais da obrigação que do prazer.

E isso não faz nada bem.

Se você ama um assunto, permita que ele faça parte da sua vida e ocupe um pedacinho dela todos os dias.

Esse é um motivo mais do que nobre para ter um blog.

Ganhar dinheiro com seu blog

Seu blog pode ser uma fonte de renda.

Talvez até mesmo a principal.

O que não falta são formas de monetizar um blog.

Vou relacionar algumas de como criar um blog monetizado para você alimentar o seu sonho:

  • Venda de publicidade: quanto maior a sua autoridade, maior o interesse de marcas relacionadas ao tema do seu blog em expor seus produtos e serviços.
  • Venda de um infoproduto: pode ser um curso online ou um guia digital, por exemplo.
  • Marketing de afiliados: você se torna divulgador de outro infoprodutor e recebe comissão pelas vendas.
  • Consultoria: também depende da sua autoridade, mas é possível que você se torne referência na área sobre a qual escreve e ser chamado para trabalhos de consultoria e palestras.

Como criar um blog e aumentar o alcance da sua marca

Se você já tem ou pretende ter um negócio físico ou digital, aprender como criar um blog é uma excelente forma de ampliar o alcance da marca.

Dentro de uma estratégia de marketing de conteúdo, você oferece ao público informação útil e relevante, se posiciona como referência e, assim, constrói o próprio reconhecimento.

É a tal autoridade que eu já destaquei inúmeras vezes neste guia.

Como a internet não tem limites, o blog pode ser uma excelente forma de chegar a diferentes públicos.

E o melhor é que isso funciona muito bem no longo prazo, o que permite um crescimento sustentável e não passageiro.

Geração e qualificação de leads

Leads são clientes potenciais.

Talvez você não pense em um blog como uma empresa agora, mas venha a pensar.

Afinal, é uma ótima oportunidade batendo à sua porta.

A partir daí, seus usuários não serão apenas leitores, mas passarão a ser vistos como clientes.

E o blog é o ambiente perfeito para prospectar e nutrir esse público.

É através do conteúdo que oferece que, muitas vezes, as pessoas terão o primeiro contato com seu nome e sua marca.

Nesse momento, marcado pela descoberta, podem identificar naquilo que oferece uma solução para suas necessidades.

A partir daí, começam a segui-lo.

Voltam ao blog, acompanham você nas redes sociais, comentam, curtem, compartilham.

Até que assinam uma newsletter, baixam um material rico, preenchem um formulário, enfim, mordem a isca digital.

Com seus contatos em mãos, a estratégia está só começando.

Cabe a você agora seguir utilizando o blog, assim como outras ferramentas, para acompanhar o cliente durante sua jornada de compra e conduzi-lo à ação.

Ou melhor dizendo, a uma venda.

Aí sim, o ciclo está completo.

Casos de sucesso: Conheça 10 blogs que vão ser sua inspiração para o sucesso

Chegou a hora de se inspirar no processo de como criar um blog.

Antes de concluir este guia, não poderia deixar de mencionar exemplos de blogs de sucesso.

Eles escancaram uma realidade positiva: seus objetivos podem ser alcançados.

Vou relacionar agora 10 blogs que deram certo e explicar as razões para eles estarem na minha lista.

1. Copyblogger: Títulos de tirar o fôlego

O título é um cartão de visitas para o post.

Pode garantir que o leitor siga em frente ou pode ser a razão para ele fechar a página.

O Copyblogger entende bem isso.

É por essa razão que costuma propor títulos criativos, detalhados e direcionados.

No exemplo, Por Que Pessoas Preguiçosas são As Melhores Profissionais do Marketing de Conteúdo.

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2. TMZ: O poder do conteúdo visual

O conteúdo não é apenas o que você escreve, mas o que você mostra também.

TMZ faz isso muito bem ao garantir milhões de acessos.

Muitos deles a partir de fotos e vídeos amadores.

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3. Huffington Post: A explosão de comentários

Há razões diversas para o Huffington Post ser um dos blogs mais famosos do mundo.

Entre elas, o fato de receber nada menos que 1 milhão ou mais de comentários todos os meses.

Além disso, suas postagens no Facebook costumam ter o dobro de interações do segundo colocado.

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4. ConversionXL: A arte de contar histórias

Que o conteúdo denso é rei, você já sabe.

E o ConversionXL tem tudo para lhe inspirar.

Cada post não é apenas um post, mas uma história contada com riqueza de detalhes e todo o tipo de conteúdo visual para facilitar a compreensão.

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5. Kissmetrics: Listas têm valor

Criar posts de listas (X coisas sobre…) é uma excelente estratégia.

Esse formato torna o conteúdo muito mais digerível e interessante.

Kissmetrics é mestre nisso e o faz com frequência.

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6. Tubular Insights: Vídeos, vídeos e mais vídeos

Não importa qual seja o conteúdo, Tubular Insights encontra uma maneira de qualificar o post com um vídeo.

Na verdade, mais do que um.

Por vezes, são vários.

E nenhum deles fora de contexto.

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7. John Chow: A arte da venda

Aprender como criar um blog e ganhar dinheiro através dele exige saber vender.

Por vezes, vender a si próprio e suas habilidades.

John Chow faz isso muito bem.

Ele é preciso ao ofertar uma série de produtos e serviços.

Você pode fazer o mesmo. Por que não?

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8. Business.com: A atração por infográficos

Infográficos têm grande valor.

Podem melhorar o tráfego, qualificar o conteúdo e incentivar o compartilhamento.

Mas nem todos blogs conseguem ser efetivos nessa estratégia.

Business.com consegue. E o faz muito bem.

Com frequência, o blog publica ótimos conteúdos acompanhados por um belo infográfico.

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9. TechCrunch: A boa e eficaz isca digital

Para quem tem no blog um empreendimento, gerar leads é fundamental.

O mesmo se aplica para garantir uma venda, um download ou qualquer outra ação desejada.

Em todos os casos, você pode se valer de um bom CTA, o call to action.

Não precisa ser necessariamente bonito, mas efetivo.

Essa é uma lição que a TechCrunch deixa muito clara com seu CTA para a Disrupt Berlin.

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10. Econsultancy: Links ajudam o leitor

Há quem tenha medo de links externos.

Afinal, eles “mandam” o usuário para fora do blog.

Não seja mais um a simplificar essa questão.

Se o link for útil e ajudar o leitor, insira no post.

Econsultancy faz isso de maneira perfeita em seus posts, sem constrangimento algum.

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Conclusão: Comece seu blog hoje

Foi uma jornada e tanto.

Este é provavelmente o conteúdo mais completo que você vai encontrar sobre como criar um blog.

Estou orgulhoso por você ter me acompanhado até aqui e animado para vê-lo começar a aplicar todo esse conhecimento de como criar um blog.

Espero que esteja motivado para adicionar posts, produzir conteúdo de qualidade, caprichar nos links, investir em recursos visuais e construir artigos épicos.

Vou aguardar você nos comentários deste post para contar a sua experiência aprendendo como criar um blog e divulga-lo assim que estiver pronto.

Se tiver alguma dúvida, não hesite em perguntar.

E lembre-se: o sucesso do seu blog depende muito da seriedade com a qual encara o desafio.

Eu acredito em você!

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