Neil Patel

Espero que você goste desse artigo. Se você quer que meu time faça o seu marketing, clique aqui.

Google Search Console: o que é e como utilizá-lo com eficiência?

Como usar o Google Search Console na sua estratégia de SEO

Você já conhece o Google Search Console? Ele é uma ferramenta do Google que pode te ajudar a melhorar suas estratégias de SEO. Aprenda aqui como utilizá-lo.

Otimizar seu site para gerar conversões e leads é um dos melhores investimentos que você pode fazer no seu negócio.

Ter um site que flui bem e gera conversões pode salvar a vida de uma empresa.

Mas isso não é fácil. Conversões não acontecem sozinhas.

Felizmente, o Google tem várias ferramentas gratuitas que podem te ajudar a identificar o que está faltando ou sendo um problema no seu site.

Por exemplo, nós vamos dar uma olhada em como funciona o Google Search Console.

Ele é uma ótima ferramenta que pode te ajudar a diagnosticar o que for preciso no seu site do ponto de vista do  Google.

Mas ela é complicada de se usar, e normalmente não tem muitas recomendações práticas de como corrigir os erros encontrados.

Há muitas seções de dados e informações, mas nenhuma instrução sobre como melhorar as métricas atuais.

E você precisa corrigir seu site se quiser continuar a gerar novas vendas e mais receita.

Otimização deve ser o carro-chefe da sua estratégia.

Eu pessoalmente já usei o Google Search Console para corrigir meu site inúmeras vezes.

Ele fornece dados que você não consegue encontrar no Google Analytics. Mas o fundamental é saber como usar esses dados a seu favor.

Hoje eu vou compartilhar algumas dicas de insider sobre como usar o Google Search Console para corrigir seu site e impulsionar suas conversões.

Google Search Console: o que é?

Enquanto ferramenta de otimização de páginas web, a principal função do Google Search Console é monitorar um site para correção de erros e implementação de melhorias.

Com isso, espera-se conquistar posições mais altas, principalmente na busca orgânica, que é o foco da ferramenta.

Mas o GSC vai além, fornecendo uma série de possibilidades para quem explora o conteúdo com o intuito de gerar leads e conversões.

Depois das últimas atualizações nos algoritmos do Google, ele passou a focar mais na experiência do usuário, com alertas fundamentais sobre o desempenho de um site.

Portanto, o que era bom ficou ainda melhor e mais completo.

Google Search Console para que serve

O buscador do Google não para de evoluir e o mesmo acontece com outras ferramentas desenvolvidas pela big tech.

Lembro bem que, nos primeiros anos, o Search Console se limitava a informar apenas as keywords que estavam gerando tráfego e conversões.

Naturalmente, com o tempo ela foi sendo aprimorada, e hoje oferece muito mais recursos do que a análise de palavras-chave.

Vamos conhecer então essa e outras funcionalidades dessa incrível ferramenta?

Search Traffic

Essa é a funcionalidade mais importante do GSC.

Ela se encontra no box “Desempenho” e é desmembrada em seis categorias.

Vou abordar algumas das mais importantes ainda neste artigo.

Na tela principal desta métrica, você encontra um resumo detalhado e um gráfico mostrando a evolução do site nos resultados de busca.

Por padrão, são mostrados os resultados dos últimos três meses, mas você pode alterar esse indicador para analisar qualquer outro período.

Dito isso, veja abaixo quais são as métricas de análise principais nesse painel:

  • Total de cliques para o período selecionado 
  • Total de impressões: quantas vezes o site foi visto, independentemente de serem usuários únicos ou não
  • CTR média: indicador que estabelece a relação entre impressões e cliques
  • Posição média: métrica essencial, que informa a posição média do site nos resultados orgânicos.

Search Appearance

Um recurso que considero fundamental e que nem todos conhecem no GSC é o que mostra o “Aspecto da Pesquisa”.

Para encurtar a explicação, esse é um tipo de análise de que considera 21 critérios fundamentais e que sinalizam para uma página otimizada:

  • AMP no resultado da imagem
  • Resultados não avançados de AMP
  • Artigo AMP
  • Aplicativo Android
  • Evento
  • Resultados avançados de perguntas frequentes
  • Resultados aprimorados de instruções.
  • Detalhes do trabalho
  • Lista de trabalho
  • Problemas de prática Resultados do produto
  • Resultados aprimorados de perguntas e respostas
  • Pesquisa aprimorada de receita
  • Galeria de receitas
  • Snippet de revisão
  • Special Announcement 
  • Vídeos
  • Resultados do Web Light 
  • Web Story
  • Resultados aprimorados
  • Boa experiência de página.

Google Index

A partir do envio de um sitemap por arquivo xml, o Google pode indexar todas as páginas que compõem um site.

Como sabemos, sites são dinâmicos, com páginas sendo removidas e incluídas o tempo todo, principalmente em e-commerces e blogs.

Nem sempre os gestores acompanham esse fluxo, enviando sitemaps atualizados.

Lembrando que indexação nada mais é do que a inclusão de uma página para ser mostrada nos resultados das buscas no Google.

Logo, se uma página não está indexada, ela não poderá ser exibida.

Para saber quais são elas, basta acessar o painel “Cobertura”, clicando na aba “Válidas”.

Em “Detalhes”, você verá todas as páginas já identificadas e indexadas pelos robôs do Google.

Security Issues

O Brasil é o segundo país com o maior número de ciberataques do tipo ransomware, segundo o relatório Fast Facts, da Trend Micro.

Tamanha exposição a crimes virtuais afeta a segurança dos sites, que podem se tornar alvos de crackers e invasores.

O GSC ajuda a monitorar esse tipo de atividade, por meio do Security Issues Report.

Para consultá-lo, acesse no menu à esquerda “Segurança e ações manuais” e, em seguida, “Problemas de segurança”.

Other Resources

O Google desenvolve uma ampla gama de ferramentas de análise de métricas de SEO e performance de sites.

Todas podem ser agregadas ao Search Console e vice-versa.

Veja a lista de recursos que você pode somar:

  • Google Business Profile
  • Google Merchant Center
  • PageSpeed Insights
  • Custom Search
  • Google Domains
  • Google Ads
  • Google Analytics
  • Email Markup Tester
  • Structured Data Markup Helper
  • Rich Results test
  • AMP developer tools
  • Mobile-friendly test
  • SiteKit plugin
  • Google Web Stories.

Como criar Google Search Console? 

Depois de entender o que é o Google Search Console e conhecer detalhes sobre as suas funcionalidades, você deve estar animado para usar.

Se for o caso, não perca tempo: o primeiro passo é criar sua conta.

Veja como fazer:

  1. Visite o site do Google Search Console
  2. Clique no botão “Iniciar agora”
  3. Entre com sua conta Google
  4. Selecione a opção para verificar a propriedade do seu site (Domínio ou Prefixo do URL)
  5. Insira a URL do seu site no campo indicado
  6. Siga as instruções na tela para concluir o processo de verificação.

Uma vez que o site for verificado, você terá acesso à sua conta do Google Search Console.

A partir daí, é só explorar a ferramenta. 

Nessa hora, muito ajuda se você seguir as melhores práticas do GSC. São os princípios que listo a seguir.

4 princípios do Google Search Console

Os princípios do Google Search Console equivalem às melhores práticas na ferramenta. 

São ações que todo bom estrategista deve adotar para aproveitar todas as oportunidades que o GSC oferece – e que não são poucas.

Separei quatro deles para comentar com mais detalhes.

Acompanhe!

Monitorar é preciso

O monitoramento é a essência, a razão de existir do Google Search Console. 

É o que permite fazer uma série de verificações fundamentais para a saúde e performance de um site. 

Entre elas:

  • A configuração de indexação: se todas as páginas estão sendo indexadas corretamente
  • Erros de rastreamento: como URLs desaparecidas, conteúdo duplicado e conteúdo não indexado
  • Desempenho de links internos: para garantir que os usuários possam navegar facilmente entre as suas páginas
  • Desempenho das palavras-chave: usando relatórios de descoberta de oportunidades.

Esses são só alguns exemplos de pontos relevantes do site que exigem a verificação constante. 

Então, coloque o monitoramento pelo GSC na rotina – o que nos leva ao próximo princípio básico da ferramenta.

Mantenha a regularidade

Manter a regularidade significa dizer que as ações de monitoramento e correções no Google Search Console precisam ser sistemáticas.

Não basta verificar como anda o desempenho do site apenas eventualmente. Quem segue por esse caminho pode acabar surpreendido por algum erro que já está há dias trazendo prejuízo à performance de suas páginas.

Entre eles, problemas de SEO, como links quebrados e erros de indexação.

Além disso, o Google Search Console permite que os desenvolvedores monitorem e recebam alertas sobre possíveis atividades maliciosas, como tentativas de hackear um site.

Não é uma tarefa que se possa adiar e só sendo regular no monitoramento que seu domínio estará de fato protegido.

Responda aos erros com rapidez

Colocando em prática os dois princípios anteriores e realizando um monitoramento regular, você vai identificar possíveis erros no site muito mais facilmente e da forma mais rápida possível.

Então, nosso terceiro princípio vai nessa mesma linha: responda de forma igualmente rápida aos erros encontrados.

No Google Search Console, não existe erro pequeno ou grande – todos precisam ser corrigidos.

É claro que sempre há algo a priorizar, mas atue na ferramenta de forma a resolver tudo o que ela identificar.

As possibilidades incluem:

  • Erro de indexação
  • Inconsistência nos dados estruturados
  • Problemas com a crawl do seu site
  • Erros de conteúdo
  • Problemas de segurança
  • Erro de mobile
  • Falhas na acessibilidade.

Seja flexível quanto às ferramentas atuais

Ainda neste texto, já no tópico seguinte, vou explicar melhor o que são as ferramentas atuais e as legadas no Google Search Console.

Um pequeno spoiler: o primeiro grupo reúne recursos bastante específicos, incluídos de acordo com a versão mais recente do GSC e que podem ser descontinuados na próxima.

Não é que seus dados não tenham valor. Muito pelo contrário, já que há informações valiosas ali.

A questão é que ser flexível no seu uso possibilita a você explorar o que há de melhor na ferramenta como um todo, sem se apegar a uma única informação ou relatório.

No quesito desempenho, por exemplo, há uma infinidade de dados a descobrir, incluindo o número de usuários que clicaram na sua URL a partir de pesquisas no Google, quais foram as buscas que mostraram seu site entre os resultados e muito mais.

São dados interessantes para a estratégia, mas que tal focar no que é mais importante? Relembrado: monitoramento, regularidade e correção de erros.

Mudanças com o novo Google Search Console

Em linha com os recentes avanços nas ferramentas de Analytics, o Google Search Console também passou por um verdadeiro “banho de loja”.

Entre as diversas melhorias implementadas, está a opção de monitoramento da experiência, na qual você pode verificar quais das suas páginas estão otimizadas para dispositivos móveis.

Isso reflete a intenção do Google em privilegiar não só o conteúdo de qualidade, como a experiência de navegação em celulares, hoje a principal fonte de tráfego do motor de busca.

Há ainda outros avanços importantes, como veremos a seguir.

Relatórios mais complexos

O GSC foi subestimado por algum tempo, talvez porque, no começo, seus relatórios se limitavam a informar apenas as palavras-chave que estavam gerando tráfego e cliques.

Os últimos avanços mudaram esse quadro, tornando-o muito mais completo e focado na experiência do usuário.

Essas melhorias foram necessárias para acompanhar as atualizações nos algoritmos, que mudam os critérios para que um site seja ranqueado.

Compatível com mais dispositivos

Como o próprio Google esclareceu na última atualização do Analytics, durante muito tempo os relatórios foram focados nas buscas para desktop.

De acordo com o Statcounter (em inglês), o mobile é o campo em que o Google tem maior domínio em relação aos outros sites de busca concorrentes, com 95,43% do total de buscas.

O Search Console precisou se adaptar a essa realidade, passando a fornecer relatórios de facilidade de navegação em dispositivos móveis.

Fluxos de rastreamentos

Entre as melhorias nesse sentido, estão os relatórios baseados no rastreamento da experiência a partir de parâmetros de performance.

Assim, o Search Console analisa as páginas indexadas a partir do chamado Relatório de UX, em que as páginas são classificadas em três categorias: Ruins, Melhorias Necessárias e Bom.

Se houver algum problema relacionado à velocidade de carregamento, por exemplo, ele será informado nessa seção.

Depois de corrigido o problema, é só enviar a página para validação e, se o Google entender que ele foi resolvido, ela volta a concorrer normalmente na SERP.

As ferramentas do Google Search Console

Há dois grupos de ferramentas no Google Search Console: legado e atuais.

Vou explicar o que são e trazer detalhes sobre os principais recursos em cada uma delas para que possa entender ainda melhor o quão abrangente o GSC é.

Legado

As ferramentas legadas no GSC recebem esse nome porque são parte da sua história.

São recursos de versões antigas, mas ainda não totalmente substituídos pelos atuais.

Ou seja, um conjunto de ferramentas que já foram muito úteis, mas que não estão mais disponíveis para a propriedade de domínio.

As ações possíveis com as ferramentas legadas incluem:

  • Testador do Robots.txt: confirmar se não há problemas
  • Remoção de URLs: remover URLs dos resultados da pesquisa
  • Parâmetros de URL: informar ao Google sobre parâmetros que usa
  • Importação de dados do Google Analytics
  • Estatísticas de rastreamento:  visualizar e regular a frequência dos rastreamentos do Google.
  • Mensagens do Google: comunicações para suas propriedades (sites)
  • Segmentação internacional: definir um país de destino específico (usado para tag hreflang).

Atuais

Já as ferramentas atuais, como o nome sugere, foram introduzidas pela versão atualizada do Google Search Console.

Como destaquei antes, há a possibilidade de que sejam descontinuadas a partir de mudanças na plataforma.

Porém, para o momento, representam o que há de mais útil a monitorar no GSC.

Como são muitas as ferramentas atuais, a dica é definir quais são as informações mais importantes do seu site que precisa mapear e se concentrar nelas.

São exemplos:

  • Inspeção de URL: monitorar e identificar problemas de indexação para URLs específicas
  • Cobertura do índice: verificar quais URLs estão sendo indexadas pelo Google
  • Relatório AMP: observar quais páginas AMP são qualificadas para a pesquisa do Google
  • Relatório de links: identificar quais sites estão linkando para o seu
  • Relatório de usabilidade móvel: monitorar problemas relacionados à usabilidade do site em dispositivos móveis
  • Relatório de desempenho: observar quais consultas estão gerando mais tráfego para o site
  • Relatório de sitemaps: monitorar e identificar quaisquer problemas de sitemap.

Como usar o Google Search Console para corrigir os principais problemas do seu site

Na prática, hoje o GSC permite corrigir dois tipos de problemas.

O principal deles é a otimização com base nas palavras-chave.

Afinal, ele mostra se o seu negócio está de fato sendo encontrado pelos termos que você escolheu.

Se isso não acontecer, é bem provável que você tenha que mudar a palavra-chave principal na home do site pela sua plataforma de gestão.

O GSC também detecta problemas relacionados à performance, com foco em dispositivos móveis, como os de LCP, FID e CLS, dos quais vou falar mais à frente.

Exemplo da tela inicial do Google Search Console

O Google Search Console garante que o Google tenha acesso ao seu conteúdo, te ajuda a monitorar problemas de spam para manter seu site limpo, pode te ajudar a submeter conteúdo novo para rastreamento e te permite remover conteúdo antigo.

Donos de empresas, especialistas em SEO, administradores de sites, desenvolvedores web e basicamente qualquer um que tenha ou gerencie um site pode encontrar utilidade para essa ferramenta.

Você pode encontrar um monte de dados detalhados sobre tráfego do site, rankings, resultados de busca, erros no site e de redirecionamento e mais.

Você pode acessar dados sobre o tráfego de busca, rankings e aspectos da pesquisa, problemas de segurança, ferramentas web e seus links indexados.

Cada seção vai exibir relatórios únicos sobre o seu site e pode te dar informações cruciais sobre sua performance.

Mas o lado ruim do search console é que ele não oferece insights práticos e soluções para problemas.

Ele não te ajuda a corrigir questões problemáticas. Ele no máximo te ajuda a compreendê-las.

Vá experimentando o Search Console e comece a entender os prós e contras.

Quando você já estiver à vontade, siga essas dicas de como usar o Google Search Console para corrigir o seu site.

Encontre consultas que impulsionam o tráfego 

Uma das maiores vantagens do Google Search Console é a possibilidade que ele te dá de encontrar consultas que impulsionam o tráfego.

O Google Analytics costumava nos dar esses dados, mas ele quase não faz mais isso.

Por exemplo, quando você acessa o Analytics e vai até os seus relatórios de comportamento, é isso que você vai encontrar em termos de dados de palavras-chave:

Dados de palavras-chave

Valeu, Google Analytics! Muito úteis esses dados que você coletou para nós profissionais de SEOs por aí afora.

O Analytics costumava nos dar dados de palavras-chave, mas agora a maior parte desses dados fica soterrada sob dark traffic ou palavras-chave “não fornecidas”.

Isso não ajuda a gente a melhorar nosso trabalho de marketing.

Se você souber como usar Google Search Console, você pode encontrar vários dados úteis.

Você pode encontrar todo tipo de coisa, como cliques, impressões, taxas de clique, e até o posicionamento de determinadas palavras-chave e páginas.

Em vez de sair tateando atrás de otimização para mecanismos de busca, você pode ver como está o desempenho das suas páginas para palavras-chave específicas.

Você pode usar os dados para tomar decisões futuras ou fazer mudanças nos seus sites e páginas.

Para começar, abra seu Search Console e vá até o relatório “Métricas de Pesquisa” em “Tráfego de Pesquisa”

Tráfego de pesquisa

Antes de mergulhar nos dados, você precisa selecionar algumas métricas fundamentais.

Selecione cliques, impressões, CTR e posição:

Cliques, impressões, CTR e posições no Google Search Console

Essas são as métricas-chave que você precisa para determinar o que traz tráfego para o seu site.

Em seguida, você deve escolher o que você quer analisar com esse relatório.

Eu recomendo começar pela seção “Consultas”:

Exemplo da seção de consultas do Google Search Console

Selecionar consultas vai permitir que você veja todas as palavras-chave que estão gerando tráfego para o seu site.

Chega de dados em branco do Google Analytics que não te mostram nada. Desça para ver uma lista enorme de consultas que pessoas realmente fizeram para encontrar o seu site:

Google Analytics

Essa é uma mina de ouro de dados que o Google Analytics não te dá. A maioria das ferramentas pagas de SEO sequer têm essa informação.

Se você olhar do lado direito, você verá mais métricas para cada uma dessas palavras-chave, também:

Exemplo de métricas para palavras-chave

Você verá cliques, impressões, taxa de cliques e posição.

Use esses dados para verificar quais palavras-chave estão performando melhor. Você pode até usá-los para criar conteúdo novo no qual as pessoas se interessem.

Eu faço isso o tempo todo! Se eu vejo um assunto novo nos dados das consultas de pesquisa, eu transformo isso em um post do blog.

Conteúdo extenso é o que há, e eu já sei que as pessoas estão chegando até mim com essas buscas. Isso significa que eu posso facilmente ganhar mais tráfego escrevendo um post novo sobre o assunto.

Se você quer ganhar mais tráfego orgânico, você precisa usar o Google Search Console para encontrar consultas populares.

Examine backlinks para fazer outreach

Uma das minhas maneiras preferidas de melhorar meu site usando o Google Search Console é identificar os melhores backlinks para o meu site.

O Search Console fornece um relatório diferente sobre quem está linkando para o seu site com mais frequência.

Isso te dá a oportunidade de criar novos backlinks para turbinar seu site.

Backlinks são um fator importantíssimo quando se trata de aumentar a visibilidade do seu site.

Ranking orgânico depende de backlinks.

De acordo com um estudo da Backlinko de mais de um milhão de SERPs, o conteúdo que rankeia melhor é o que tem mais backlinks:

Gráfico de backlinks

O total de backlinks externos é um fator importantíssimo para o ranking. O conteúdo que rankeia melhor em determinada página de resultados teve mais de 35.000 backlinks!

Mas não para por aí. O número de sites fazendo backlinks também contribui muito para os rankings:

Exemplo de sites fazendo backlinks

Isso significa que, além dos links totais, você precisa de backlinks diversificados. E, mais uma vez, não para por aí.

Você também precisa de links de sites de qualidade com autoridade de domínio alta. Não dá para você simplesmente conseguir links de diretórios e querer rankear bem:

Gráfico de autoridade de domínio

Quanto mais alta a autoridade de domínio do site fazendo backlink, melhor impulsionado você vai ser nos resultados de busca orgânica.

Backlinks são os melhores amigos de um profissional de SEO. Você precisa monitorar seus backlinks constantemente para encontrar os melhores links externos.

Depois, você pode aproveitar esses resultados existentes para gerar ainda mais links.

Para começar, você pode examinar um monte de dados na sua própria página do Search Console.

Vá até o relatório “Links para o seu Site”:

Links para o seu site no Google Search Console

Aqui, você pode analisar os melhores links para o seu site. Você pode ver também quais sites estão gerando mais links para o seu.

Se você perceber que a maioria dos seus links vêm de determinado site, isso pode influenciar sua estratégia de marketing de modo a começar a ir atrás de outros sites para obter links.

Além disso, o Search Console te mostra qual conteúdo seu recebeu mais links:

Conteúdos com mais links

Se você clicar “Mais” em “Quem linka mais” você vai encontrar uma lista geral com cada site que linkou para você.

Você pode inclusive baixar esses links para uma planilha e depois usar para outreach.

Se os sites já estão te dando backlinks, procure enviar-lhes um email para trocar links.

Esse é um dos modelos que eu mais gosto de usar:

Olá ___!

Eu notei que você linkou para o meu artigo mais recente, agradeço muito!

Acabei de fazer um link para o seu ___. Estava incrível e achei que merecia ser mencionado.

Eu recentemente postei ((inserir post)). Parece um pouco com um post que você fez há pouco tempo.

Será que você poderia mencioná-lo, se achar que vai agregar valor ao seu post?

Um abraço,

Neil

Backlinks são fundamentais para alavancar sua estratégia de SEO. Tente usar o Search Console para encontrar os melhores links que você recebeu e usar esses dados para se beneficiar de ainda mais links.

Se você quer que o seu site se destaque, você precisa conseguir mais backlinks.

Melhore o HTML do seu site

Se você já analisou seu site pelo Google’s PageSpeed Insights, você sabe que existem milhares de problemas que podem assolar um site.

Podem ser imagens grandes demais, elementos de página pesados ou mesmo problemas com HTML e código malfeitos.

Isso é mais comum do que você imagina.

Dê uma olhada nos meus resultados no PageSpeed Insights:

PageSpeed Insights no Google Search Console

Minificar seu JavaScript, CSS e HTML é um fator importante para melhorar a velocidade.

E velocidade é fundamental para corrigir seu site.

Um estudo do Google de 2016 constatou que um site com menor tempo de carregamento tem uma taxa de rejeição mais baixa:

Tempo de carregamento de páginas e taxa de rejeição

Se você quer manter mais clientes por perto e não perder tráfego importante para seus concorrentes, você deve prestar atenção na velocidade.

A Backlinko também levantou dados importantes no que diz respeito ao sucesso e velocidade de um site:

PageSpeed no Google Search Console

O conteúdo que melhor rankeou no Google tem a maior velocidade média de carregamento do página.

Quanto mais rápido seu conteúdo carregar, melhor seu site vai se sair nas buscas orgânicas.

Mas ter em mente que velocidade é fundamental e que um bom HTML faz diferença é só uma parte da história.

HTML não é algo tão fácil de se resolver. E o que exatamente é considerado HTML?

É aí que entra o Search Console! Vá até o seu painel e clique no relatório de Melhorias de HTML:

Melhorias de HTML no Google Search Console

Aqui você pode ver exatamente quais são os problemas que estão afetando o seu site:

Problemas que afetam sites no Google Search Console

Por exemplo, eu atualmente tenho meta descrições duplicadas no meu site. Eu também tenho meta descrições curtas demais.

Eu tenho até tags de título duplicadas.

Todos esses problemas podem afetar seu HTML e tornar seu site mais lento e menos eficiente.

Se você clicar em qualquer uma das sugestões de Melhoria de HTML,  como “Meta descrições duplicadas” você pode obter uma lista personalizada das páginas exatas em que isso está acontecendo:

Meta descrições duplicadas no Google Search Console

Clique em “Fazer download desta tabela” e você obterá um arquivo CSV que explica em que páginas e textos há meta descrições duplicadas.

Felizmente, isso é bem fácil de corrigir

Você só precisa de um plugin como o Yoast para te ajudar a criar meta descrições simples e adaptadas para SEO para o seu site.

Plugin YOAST

Vá a todas as páginas em que há esses problemas e delete o conteúdo duplicado.

Substitua cada um deles por uma nova meta descrição para limpar esses erros de HTML no seu site sem precisar mexer no código.

Volte ao Search Console alguns dias depois para garantir que o Google captou essas alterações.

Você vai conseguir um site mais rápido e otimizado apenas com essas pequenas mudanças.

Verifique suas páginas indexadas

Depois de melhorar seu HTML, você precisa verificar quantas páginas estão indexadas no seu site.

Você pode encontrar essa informação na seção “Status do Índice” em “Índice do Google” no seu painel:

Status do Índice

O Google vai te dar um gráfico incrível e simples para compreender quantos dos seus links estão indexados e quantos deles estão bloqueados por robôs:

Gráfico de indexação no Google

E por que isso é útil?

Bom, essa funcionalidade te ajuda a ter uma estimativa do total de páginas indexadas e que estão aparecendo nos resultados de busca orgânica. Ela também vai te dizer quantas páginas os rastreadores do Google estão bloqueando.

Se houver páginas específicas que você não queira que sejam indexadas, você também pode removê-las por aqui.

Dê uma olhada na pasta robots.txt no seu mapa do site para ver o que pode estar causando o problema.

Siga a próxima dica para saber como usar o Google Search Console para  diagnosticar problemas com URLs específicas.

Rastreamento e Renderização para testar suas URLs

Uma das melhores ferramentas oferecidas no Google Search Console, na minha opinião, é a de Rastreamento e Renderização.

A ferramenta de Rastreamento e Renderização te ajuda a testar como o Google rastreia e faz a varredura do seu site.

Você pode usar o rastreamento para determinar se os rastreadores do Google conseguem acessar as páginas do seu site, renderizar a página e identificar imagens ou scripts que estejam bloqueando os rastreadores.

Ela basicamente simula um rastreamento do seu site, que você pode usar para corrigir bugs e problemas maiores.

Se você notar que o seu site não está rankeando bem, isso pode se dar por inúmeros fatores.

O rastreamento é uma das melhores ferramentas para constatar quais erros podem estar impactando o seu site.

Para acessar o relatório, vá até “Buscar como o Google”:

Buscar como o Google

A partir daqui, você pode digitar a URL que quiser testar:

Rastrear e renderizar

Digite sua URL e clique “Rastrear e Renderizar”. Vai ser gerado um relatório/exemplo de rastreamento dessa página específica.

Leva apenas alguns minutos para o Google fazer um teste de rastreamento.

Clique no relatório gerado e você poderá examinar os fatores naquela página que impedem que o Google faça a varredura.

Se você não souber como priorizar esses dados, você pode dar uma olhada na métrica de severidade do lado direito:

Métrica de severidade no Google Search Console

Se notar que a severidade da maioria dos seus problemas está como “baixa”, você pode passar para os mais extremos.

Uma das melhores partes dessa ferramenta é comparar como o Googlebot vê o seu conteúdo versus como um visitante do site poderá vê-lo:

GoogleBot

O grande lance aqui é fazer a varredura de cada página lado a lado para identificar qual o conteúdo que o Googlebot não está vendo.

Ainda que um usuário consiga ver esse conteúdo, se o Googlebot não estiver conseguindo fazer sua varredura, não vai adiantar nada em termos de ranking.

Encontre elementos na sua página que não aparecem no relatório de Rastreamento e Renderização. Esses itens podem estar prejudicando a performance do seu site e seu ranking nas buscas orgânicas.

Implemente e monitore Rich Cards e AMPs

O Google criou e lançou os Rich Cards para o público em 2016.

Eles os inventaram como uma nova maneira de os donos de sites exibirem conteúdo mais visualmente atraente para quem busca no Google.

Usando Rich Cards, você pode impulsionar seu tráfego e engajamento.

Os Rich Cards são basicamente um novo formato de Rich Snippets.

Para ter uma ideia do que são os Rich Cards, faça uma busca básica no Google por praticamente qualquer coisa.

Por exemplo, “receita de torta de maçã” exibe um Rich Card detalhado:

Exemplo de pesquisa no Google

Pode ter certeza que usar Rich Cards vai te trazer mais cliques.

Eles mostram informações detalhadas sem forçar o usuário a ler meta descrições.

Eles até fornecem imagens para se diferenciar dos outros resultados da busca.

Veja um bom exemplo diretamente do Google sobre como Rich Cards funcionam e qual a diferença entre eles e os Rich Snippets:

Rich cards e rich snippets

E por que isso importa para o Google Search Console? O que os Rich Cards têm a ver com corrigir o seu site?

Bem, o Google Search Console tem um relatório e uma seção inteiros dedicados à performance de Rich Cards:

Gráfico de rich cards

Rich Cards podem ter um impacto positivo na sua posição nos resultados de busca.

Por exemplo, dê uma olhada de novo na busca no Google por torta de maçã:

Exemplo de rich card no Google

Percebe como cada artigo tem seu próprio rich snippet? É um ótimo começo. Esses snippets certamente vão gerar melhores resultados e taxas de clique.

Mas você notou que o terceiro resultado orgânico da Betty Crocker é na verdade o primeiro com o uso de Rich Cards?

Incrível, não?

Com apenas um pouco de trabalho, eles podem ultrapassar os dois primeiros resultados sem precisar do poder de ranking ou backlinks que os outros sites têm.

Quando todo mundo usa rich snippets, você não consegue se destacar. Mas os Rich Cards podem ser o empurrãozinho que seu site precisa para se sair bem. E o Search Console é a melhor maneira de monitorar os Rich Cards.

Pronto para configurar os Rich Cards para o seu site agora mesmo?

Comece usando um Google AMP plugin para WordPress.

Google AMP plugin no WordPress

Esse plugin vai permitir que você crie cards e páginas AMPs no Google num piscar de olhos.

Quando você vê notícias que se destacam em buscas mobile, elas normalmente são otimizadas para AMPs.

AMPs ajudam com velocidade, taxa de cliques e conversões.

De acordo com o site da AMP, a empresa “Milestone” teve um sucesso tremendo ao implementar AMPs e Rich Cards.

Eles obtiveram um aumento de 83% em conversões e transações mobile, um aumento geral de 68% em conversões e um aumento de 52% na receita registrada:

Exemplo da empresa Milestone

Não é nenhum segredo que AMPs e Rich Cards do Google podem corrigir um site e gerar mais conversões.

Felizmente, o Google Search Console te ajuda a monitorar páginas de AMPs:

Google Search Console e páginas de AMPs

Ative o plugin de AMPs e vá até qualquer um dos seu últimos posts de blog. A partir daqui, você pode usar o AMP Page Builder para criar uma versão mobile, otimizada para AMPs dos seus posts mais recentes.

AMP Page Builder

O Google Search Console é uma ótima maneira de monitorar o progresso da sua utilização de AMPs e Rich Cards.

Ele pode te ajudar a melhorar sua taxa de cliques, conversões e mais.

Monitore rapidamente qualquer problema com mobile

Monitorar e otimizar páginas mobile são tarefas trabalhosas. É difícil, e muitas vezes demorado, fazer com que elementos padrão da página se encaixam corretamente na tela de um dispositivo móvel.

Mas você precisa investir em otimização para mobile se quiser ter sucesso.

O tráfego mobile já foi reconhecido como “a onda do futuro”.

Mas, se você vem prestando atenção no crescimento de smartphones e dados mobile, você sabe que o futuro já chegou.

De acordo com a StatCounter e a BGR, o uso de Internet ao redor do mundo vem cada vez mais de dispositivos móveis e tablets:

StatCounter

Desktop não é mais a regra quando o assunto é tráfego de Internet. A maioria das pessoas está chegando até o seu site via tráfego mobile.

Isso significa que agora é mais importante do que nunca criar um site otimizado para mobile sem praticamente nenhum erro.

O Search Console vem nos salvar mais uma vez com uma seção maravilhosa de dados mobile que pode te ajudar a encontrar erros que as plataformas de métricas em geral não encontram.

Para começar, vá até o seu painel e clique em “Facilidade de Uso em Dispositivos Móveis” para verificar se há problemas de usabilidade afetando a performance do seu site.

Problemas de usabilidade

Aqui, você poderá ver os principais problemas que podem estar afetando o seu site mobile.

Por exemplo, você pode analisar elementos clicáveis, texto e tamanho do conteúdo no mobile:

Conteúdo no mobile

Performance no mobile está se tornando cada vez mais importante.

Em realidade, levando em consideração que a maior parte do seu tráfego provavelmente se dá no mobile, ela é até mais importante do que performance em desktop.

Não deixe de ficar de olho nas suas páginas mobile com o relatório de usabilidade mobile.

Submeta páginas para melhor monitoramento e ranking

A última etapa que você deve percorrer no Google Search Console é indexar cada post novo no seu blog.

Pode parecer um pouco demais, mas às vezes o Google simplesmente não consegue ou deixa de indexar seu post mais recente.

E isso significa que todo o seu trabalho pode ir por água abaixo.

Além disso, se você atualizar posts antigos para incluir mais conteúdo, você sempre deve reindexar a página.

Vá até o Search Console e faça um novo pedido a partir da página inicial:

Página inicial do Google Search Console

Basta inserir sua URL nova ou atualizada e clicar “Enviar Pedido” para que o Google rastreie ou re-rastreie sua página.

Como evitar erros no site

Os avanços nos algoritmos do Google estão deixando muitas empresas preocupadas.

Afinal, é grande a quantidade de sites sendo penalizados com perdas de posições orgânicas por não atenderem aos novos padrões.

Neste cenário, o GSC ganha ainda mais relevância, já que ele faz grande diferença na otimização de um site, tendo em vista as mudanças nos critérios de ranqueamento.

Veja na sequência como monitorar o seu site para ter resultados melhores.

Tenha uma rotina de vistoria e revisão

Ainda mais focado ainda na experiência mobile, o Search Console obriga os gestores de um site a verificar quase diariamente os relatórios de UX.

De certa forma, o GSC é quase um fiscal de linha de produção, demandando seu acionamento com muito mais frequência.

Verifique os links usados

Aqui vai uma dica de ouro: não deixe de usar a ferramenta de Inspeção de URLs do Search Console.

Ela mostra os links do seu site que não estão sendo indexados, faz as correções necessárias e se torna, por isso, fundamental para o sucesso de uma estratégia de SEO.

Monitore erros de LCP, FID e CLS

Na opção “Experiência”, você tem acesso a relatórios que dizem se o site está otimizado para mobile. Essa etapa se tornou especialmente relevante depois da atualização de Core Web Vitals.

Dentro dela, verifique sempre a opção “Principais métricas da web” para saber quais páginas apresentam problemas de:

  • Largest Contentful Paint (LCP): mede o tempo que o conteúdo mais pesado da página leva para carregar
  • Cumulative Layout Shift (CLS): mede a frequência com que um conteúdo se move de forma inesperada
  • First Input Delay (FID): métrica que analisa a velocidade de latência da primeira entrada.

São fatores essenciais que, se não forem corrigidos, provocam a penalização de um site, conforme as modificações feitas pelo algoritmo Core Web Vitals em 2021.

Conte com ajuda profissional

Tendo em vista a complexidade das novas métricas do Google Search Console, em certos casos, fica difícil implementar melhorias sem conhecimentos de programação.

Então, se o seu site vem perdendo muitas posições recentemente, pode ser que ele esteja precisando de um upgrade geral na parte de SEO on page.

Uma otimização completa demanda tempo, primeiro para avaliar o que está faltando, depois para implementar as melhorias necessárias.

Assim, o melhor a se fazer é buscar por uma consultoria de SEO ou uma agência que seja capaz de fazer o diagnóstico preciso e propor a solução apropriada.

9 métricas para acompanhar no Google Search Console

Você já deve ter lido e ouvido que não há como gerenciar e corrigir o que não se mede, certo?

Pois uma estratégia sem métricas está fadada ao fracasso justamente por isso.

Veja, então, quais são alguns dos indicadores mais interessantes dessa poderosa ferramenta.

Cliques

Mostram o número total de cliques sobre links para o seu site em resultados de pesquisa do Google.

CTR

Mostra a porcentagem de vezes que um link para seu site foi clicado em comparação com o número de vezes que a consulta de pesquisa foi exibida como um resultado na SERP.

Posição

Revela a posição média de seus resultados de pesquisa na relação com todas as consultas para as quais seu site aparece na SERP.

Impressões

Traz o número total de vezes que seu site apareceu nos resultados de pesquisa no Google.

Consultas

Detalha quais consultas de pesquisa foram usadas no Google para encontrar resultados que levam ao seu site.

Aparência da pesquisa

Os tipos de resultados de pesquisa (rich snippets, carrosséis de vídeo, etc.) que foram vistos em seu site nas buscas.

Páginas

As páginas do seu site que apareceram nos resultados de pesquisa no Google.

Dispositivos

Os tipos de dispositivos que foram usados para acessar seu site nos resultados de pesquisa.

Países

Os países dos quais os usuários viram seu site nos resultados de pesquisa no Google.

Conclusão

Otimizar seu site para conversões é fundamental. Quanto mais conversões seu site gerar, mais fácil fica seu trabalho!

Ter um site que gera conversões sozinho é um sonho.

Mas isso não é facilmente alcançável sem trabalho e dedicação.

Usar o Google Search Console é uma das melhores maneiras de diagnosticar problemas, corrigir seu site, e até mesmo ir atrás de novas oportunidades.

Eu uso o tempo todo para encontrar novas consultas de pesquisa e entender quaisquer problemas que possam ter um impacto negativo nas minhas conversões e SEO.

Para entender como funciona o Google Search Console e aproveitá-lo ao máximo, você precisa conhecer os aspectos positivos e negativos da plataforma.

Você deve entender quais seções merecem mais seu foco e atenção.

Comece criando uma nova conta no Google Search Console se você ainda não tem uma. Vá experimentando a plataforma antes de se jogar.

Quando estiver dominando a plataforma, você pode começar a usar os dados a seu favor.

Comece indo até o relatório de consultas no Google Search Console. O Analytics sequer dá mais dados de palavras-chave. Mas o Search Console dá.

Leve essas novas consultas em consideração para posts futuros e otimização do seu site.

Em seguida, analise o perfil de backlinks do seu site para ver quais sites estão linkando para o seu. Você pode usar esses dados para conseguir ainda mais links para o seu site.

Não deixe de conferir sua performance de HTML. HTML é uma causa muito comum para sites lentos ou com performance ruim.

Depois, não se esqueça de checar suas páginas indexadas. Verifique se o Google não está bloqueando seu conteúdo.

Melhore o rastreamento do seu site fazendo testes com a ferramenta de Rastreamento e Renderização para eventuais páginas sem varredura pelo Google.

Por fim, implemente e monitore Rich Cards e AMPs do Google com o Search Console, e esteja sempre atento às suas métricas mobile.

O Google Search Console pode te ajudar a corrigir seu site para gerar novas conversões mais rapidamente.

Quais foram, para você, as melhores formas de usar o Google Search Console para corrigir o seu site?

Perguntas frequentes sobre o Google Search Console

O que é o Google Search Console?

O Google Search Console é uma ferramenta gratuita que permite monitorar o desempenho de sites nos resultados de pesquisa do Google. Ele fornece relatórios sobre a indexação, o tráfego e a presença orgânica. Também revela possíveis erros que podem estar atrapalhando o desempenho nas buscas.

Vale a pena investir no Google Search Console?

Sim, vale a pena investir no Google Search Console. Ele é uma ferramenta gratuita e essencial para ajudar os desenvolvedores a monitorar o desempenho de sites nos resultados de pesquisa do Google. Assim, pode ajudar a melhorar o ranqueamento e aumentar o tráfego.

Quais são as métricas do Google Search Console?

São muitas as métricas do Google Search Console que revelam dados importantes para uma estratégia de tráfego orgânico. A partir da ferramenta, é possível descobrir, por exemplo, como um site tem aparecido nos resultados de pesquisas no Google, com quais palavras-chave, a partir de quais dispositivos, em quais posições na SERP e muito mais.

Quais são as funcionalidades do Google Search Console?

As principais funcionalidades do GSC incluem monitoramento do desempenho de pesquisa (número de cliques, impressões e posição média para as consultas, etc.), análise da capacidade de rastreamento (erros ou avisos encontrados), melhora da indexabilidade (informações sobre a estrutura do site), monitoramento de backlinks (links que apontam para o site) e notificações (quando um problema é descoberto).

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Neil Patel

source: https://neilpatel.com/br/blog/como-usar-google-search-console/