Neil Patel

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Como fazer mapas mentais? Veja como criar e exemplos

mapa mental

Um mapa mental é uma poderosa ferramenta visual capaz de abrir as portas para maior produtividade, criatividade e organização no local de trabalho.

Mas para que exatamente eles são usados?

Para tudo!

Do brainstorming ao gerenciamento de projetos, eles podem ajudá-lo a navegar pelas complexidades do trabalho com facilidade e eficiência.

Embora pareça um recurso estranho em um primeiro momento, essa ferramenta pode organizar suas ideias e trazer benefícios bem bacanas para o seu dia a dia.

Já parou para pensar sobre o volume de informações que o mais poderoso órgão do corpo humano precisa processar todos os dias?

Bom, eu diria que usar um mapa mental é como “compactar espaço em disco” e dar uns dias de folga para o cérebro.

Analogias curiosas à parte, essa é uma ferramenta que pode trazer benefícios reais para a sua memória, produtividade e aprendizagem.

Gostou da ideia?

Então bora lá: vou descomplicar o tema para você neste guia completo e mostrar como inovar ao aplicá-lo em seu negócio.

Eu só não poderia deixar de apresentar o ebook que meu time da NP criou com as melhores estratégias de marketing digital. É só baixar e aproveitar!

O que é um mapa mental?

Mapas mentais nada mais são do que uma representação esquemática de ideias, conceitos ou informações, baseados em um tópico central. 

Eles permitem que você estruture e conecte ideias visualmente, de modo a promover uma melhor compreensão de assuntos complexos.S

Na prática, é uma ferramenta de gestão de informações.

Ele reduz, simplifica e seleciona o que é mais relevante como uma representação visual de conceitos e ideias.

Assim, facilita a análise, a memorização e a organização de informações.

A ferramenta também contribui para o aprendizado, para a criatividade e traz mais clareza para processos de tomada de decisão.

Por tudo isso, se posiciona como um modo bastante eficaz para compreender e resolver problemas das mais diversas origens.

Outras de suas características mais marcantes são a flexibilidade e consequente acessibilidade.

Significa dizer que o mapa mental pode ser simples ou mais elaborado, além de feito à mão ou por aplicativos e programas específicos.

Essa ferramenta é um diagrama que começa com um tema central e, a partir daí, se ramifica com ideias e subtópicos relacionados.

Pense nela como uma “árvore do conhecimento“, com cada ramo representando um aspecto diferente do assunto principal. Legal, né?

Por exemplo, durante as reuniões, um mapa mental pode facilitar a comunicação e a colaboração, garantindo que todos permaneçam na mesma página.

Eles ajudam você a entender e comunicar melhor ideias complexas, o que facilita a colaboração.

A origem do mapa mental 

Criado pelo psicólogo, escritor e consultor em educação Tony Buzan, na década de 1970, o mapa mental surgiu para ajudar pessoas a turbinar o cérebro.

Naquela época, Buzan percebeu que anotações lineares sufocavam a criatividade e a memória.

E, a partir desse problema, como uma espécie de sacada do Design Thinking, ele fez testes para identificar o que daria melhores resultados.

Depois de testar várias ideias, pegou palavras-chave e conceitos e juntou tudo em outra folha, em uma espécie de diagrama.

Nesse modelo, escreveu um tópico central e, em volta, foi organizando o pensamento e ramificando as informações.

Em seguida, adicionou cores e desenhos para facilitar o entendimento.

E foi assim que ele criou uma versão bem parecida de mapa mental com a qual usamos hoje.

Foi uma forma que o acadêmico concebeu de imitar o processo de pensamento natural do cérebro.

A ideia era usar imagens, cores e conexões para estimular os dois lados do cérebro, liberando todo o seu potencial.

É um método que remonta ao processo utilizado por gênios da história da humanidade, como Sócrates e, posteriormente, Da Vinci.

Para que serve um mapa mental?

O mapa mental é uma ferramenta versátil. Ele é perfeito para brainstorming, planejamento, organização e solução de problemas.

No ambiente de trabalho, são recursos capazes de transformar seus resultados. Na prática, ajudam profissionais de todas as funções a pensarem de forma criativa, enriquecerem sua colaboratividade e simplificarem processos complexos.

Quer um exemplo? Pense no seguinte:

Você está liderando uma reunião de equipe e precisa gerar novas ideias para um projeto.

Nesse sentido, o mapeamento mental pode ajudar você e sua equipe a organizar visualmente os pensamentos, identificar padrões e estabelecer conexões.

Costumo pensar nesse processo como dar asas às suas ideias. 

Você pode voar em todas as direções possíveis!

E não para por aí.

Mapas mentais também podem ser usados para destrinchar informações complexas, de modo a simplificar seu entendimento e memorização.

E já que falei sobre isso, saiba que o mapa mental é ótimo para estudar, fazer anotações e até mesmo planejar apresentações.

E agora, como funciona essa ferramenta? Antes, veja a imagem abaixo.

Ela traz informações em inglês, mas é útil por questão de referência, que retirei do site da iMindMap.

Mas observe como é interessante o movimento das informações e como elas se conectam a partir de um tema central, que neste caso é a literatura.

Como um diagrama, ou mapa mental parte do centro de uma página em branco, onde está o tema central.

E dele surgem representações de ideias, seja através de imagens, símbolos ou palavras.

Todas essas ramificações estão relacionadas ao assunto principal, localizado no meio do documento.

As informações são dispostas da mesma maneira que são entendidas pelo cérebro.

Isto é, tudo acontece a partir de uma ideia central que vai sendo desdobrada — o que fortalece as sinapses neurais (associações).

Imagine uma árvore, em que você pode ver a raiz e suas ramificações. A raiz seria a ideia central de um mapa desses.

Já suas ramificações são as imagens e palavras associadas a ela e que dão sentido ao tema.

Vantagens de usar mapas mentais

A essa altura, você já não deve ter mais dúvidas sobre o que é o mapa mental e onde ele pode ser aplicado.

Mas, talvez, ainda tenha dificuldade de definir e compreender as razões para fazê-lo.

Afinal, vale a pena utilizar mapas mentais?

Essa é uma questão que só você pode responder, conforme a sua necessidade.

Mas existem vantagens que são bastante interessantes, principalmente relacionadas com a melhora da produtividade e da concentração.

Confira as principais delas:

  • Absorver e lidar melhor com as informações;
  • Aprender com mais facilidade;
  • Compreender, visualizar e solucionar problemas;
  • Desenvolver a criatividade;
  • Facilitar a transmissão de ideias, o compartilhamento de raciocínios e procedimentos;
  • Impulsionar a memorização de maneira espontânea e através de associações naturais.

Perceba que todas partem de um benefício em comum: comunicar o que você quiser transmitir e com muito mais eficiência.

Isso acontece porque, quando criamos mapas mentais, trabalhamos os dois lados do cérebro: criativo e racional.

Em outras palavras, é a forma mais fácil de estruturar ideias e pensamentos.

Sabe o que é ainda melhor do que todas essas vantagens?

Fazer mapas mentais é de graça e você tem diferentes opções para criá-los.

Entre seus benefícios, posso mencionar como principais:

Estruturam informações

Com diversas informações em mãos, filtrá-las para aproveitar as mais relevantes nem sempre é uma tarefa fácil.

Mas os mapas mentais ajudam muito nessa missão.

Primeiramente, porque as informações são trazidas em tópicos, o que diminui a quantidade de texto, por exemplo.

Além disso, tem as ramificações, que fazem com que as informações não fiquem perdidas e desconexas.

Melhoram a memória

Podemos dizer que os mapas mentais são verdadeiros camaradas da memória.

E, convenhamos, uma ajuda nesse aspecto é sempre bem-vinda.

Os mapas mentais servem como um condensador visual.

O fato de trazer todas as informações reunidas em um só lugar, organizadas por cores, imagens e outros elementos, faz com que o cérebro seja estimulado a lembrar.

Além disso, ao montar o mapa, você também pratica a memorização.

Estimulam a criatividade

Sem dúvida, os mapas mentais potencializam o processo criativo.

Os mesmos argumentos usados para justificar a melhora da memória também são válidos para explicar o aumento da criatividade.

Isto é, o uso de cores, signos, símbolos e figuras são excelentes recursos para destravar o bloqueio criativo e fazer as ideias pipocarem. 

Facilitam a colaboração

Você pode fazer um mapa mental para usar sozinho, como para estudar uma matéria da faculdade.

Mas também há a opção de elaborar um mapa colaborativo, geralmente de maneira digital, que pode ser compartilhado com colegas e profissionais, para que eles também insiram as informações que julguem relevantes.

Assim, o mapa mental carrega as ideias de todos os envolvidos em uma atividade, por exemplo.

Quem pode criar mapas mentais?

Os mapas mentais são úteis em diferentes ocasiões. 

Na verdade, a pergunta deve ser: quem não poderia criar mapas mentais?

Eles servem para os estudos e também se aplicam à rotina profissional e às questões pessoais.

  • Empresários e proprietários de pequenas empresas: administrar um negócio pode ser complexo, pois há muitas partes móveis. Essa ferramenta pode ajudar empreendedores a planejar, criar estratégias e gerenciar suas operações com mais eficiência. Ao mapear visualmente ideias e objetivos, se obtém uma compreensão mais clara de suas prioridades, alocação de recursos e potencial de crescimento;
  • Profissionais criativos: quem trabalha com marketing, design e inovação, por exemplo, tem no mapa mental um fiel companheiro. Afinal, a ferramenta ajuda a potencializar o processo criativo;
  • Gestores: uma boa gestão está intimamente ligada à organização, e o mapa mental faz com que esse requisito seja cumprido mais facilmente. Por isso é que os gestores precisam de mapas mentais;
  • Consultores: profissionais que normalmente lidam com muitas informações e dados de seus clientes. O mapa mental, como sabemos, ajuda a estruturá-las. Vale dizer ainda que a ferramenta pode ajudar os consultores na apresentação de planos e resultados;
  • Professores: eles são os grandes responsáveis pela transmissão de conhecimento, e é seu dever fazer com que os alunos assimilem o conteúdo. Nem preciso dizer que o mapa mental cumpre esse papel, certo?
  • Estudantes: talvez esses sejam os maiores adeptos dos mapas mentais. Isso porque estão na fase de aprendizado e precisam dos melhores recursos para ampliar o seu conhecimento;
  • Qualquer pessoa: a verdade é que toda e qualquer pessoa precisa dos mapas mentais. Ele pode ajudar até mesmo a organizar as tarefas do dia a dia e tornar a sua rotina muito mais produtiva.

É preciso ser criativo para fazer um mapa mental?

Criatividade e mapas mentais podem andar de mãos dadas.

Imagine que um mapa mental é como uma tela em branco onde o seu pensamento é o pincel. 

Ser criativo ajuda a dar vida a essa tela, adicionando cor e personalidade às suas ideias

Mas você não precisa ser o Leonardo da Vinci para pintar, certo?

A beleza dos mapas mentais é que qualquer pessoa pode criar um, independentemente de se considerar um Picasso da organização de pensamentos ou não.

Então, respondendo: não precisa ser um grande artista para fazer um mapa mental. A criatividade ajuda, claro, mas o mais importante é organizar suas ideias de forma clara e concisa.

Seja você um alquimista criativo misturando poções de inovação, ou alguém que gosta de manter as coisas mais estruturadas, seus mapas mentais certamente irão brilhar com sua marca única. 

6 exemplos de aplicações para os mapas mentais

Por tudo o que vimos até aqui, os mapas mentais são bastante eficazes para expressar e conectar ideias, além de aumentar a compreensão sobre elas.

E o mais interessante é que eles podem ser usados para qualquer atividade.

Você pode confirmar essa versatilidade do instrumento ao conferir os seguintes exemplos de aplicações:

  • Anotar ideias que possam surgir durante o expediente, eventos ou reuniões;
  • Eliminar a procrastinação e dar mais foco nas atividades do dia a dia;
  • Estruturar projetos;
  • Em versão colaborativa, para tornar as informações ainda mais completas;
  • Facilitar a realização e a organização de insights em brainstorming;
  • Filtrar prioridades;
  • Melhorar a comunicação com clientes, colegas ou gestores;
  • Planejar tarefas, incluindo reuniões, palestras e projetos;
  • Roteirizar conteúdos.

Brainstorming

Se você, assim como eu, costuma participar de reuniões de brainstorming, sabe bem o quanto a atividade é favorável às novas ideias.

Por isso, essa técnica deve ser bastante explorada, e digo mais: potencializada.

Para otimizar o brainstorming e extrair as melhores ideias, você pode aplicar os mapas mentais.

Após a tempestade de ideias, você pode definir e escrever o tema central em um papel ou quadro, por exemplo.

E, com isso, organizar os pensamentos que surgiram em ramificações.

Essa distribuição visual vai ajudar você a enxergar as ideias com outros olhos, permitindo avaliar se elas fazem sentido ou não.

Tomar notas

Seja durante uma aula, em uma reunião ou em um evento, o ato de tomar nota é essencial para registrar informações e compreendê-las.

Mas a verdade é que somente anotar não garante o entendimento e a recordação do assunto.

É preciso aplicar métodos adequados para que o processo seja eficaz.

Um deles é o mapeamento mental.

Em primeiro lugar, ele ajuda o seu cérebro a captar as relações, hierarquias e conexões sobre o assunto.

Além disso, ajuda a tomar as notas mais relevantes, uma vez que o conteúdo todo deve caber em uma página.

Isso sem falar que o desenho visual contribui (e muito) para a memorização.

Planejamento

Até no planejamento o mapeamento mental tem seu valor.

E isso vale não só para o planejamento de projetos, mas de eventos também.

O mapa mental pode ajudar a resumir as principais informações em tópicos.

Assim, com ele, você garante uma visão geral do projeto ou evento.

Além disso, se você fizer um mapa colaborativo, outros colegas e parceiros podem usá-lo e ficar por dentro de tudo o que deve ser feito.

Gerenciamento de reuniões

Para a sua reunião não ser mais um daqueles encontros improdutivos, em que as pessoas saem mais perdidas do que chegaram, vale investir no mapa mental.

Você pode usá-lo, por exemplo, para substituir a tradicional ata de reunião.

Devido aos recursos visuais, o mapa mental contribui para que todos encontrem facilmente os temas que foram discutidos e as responsabilidades de cada um. 

Use a ferramenta para gerenciar as suas reuniões e perceba a diferença na organização e eficiência.

Gestão de ideias

A gestão de ideias é, basicamente, a materialização de pensamentos.

Um dos momentos mais propícios para isso é o brainstorming, como mencionei anteriormente. Mas ele não é o único, afinal de contas, sempre é tempo de geração de ideias.

Elas podem surgir em qualquer situação, até mesmo nos locais mais inusitados.

Quando elas vêm, é preciso anotá-las, nem que seja em um guardanapo de restaurante, por exemplo. 

Para que as ideias não se percam, é importante organizá-las, e o mapa mental está aí para auxiliar.

O método também permite analisar os riscos e avaliar o potencial dos pensamentos.

Isso é o que eu chamo de uma verdadeira gestão de ideias, não é mesmo?

Gestão de conhecimentos

A ferramenta é uma grande aliada da gestão, seja ela de reuniões ou de ideias, como já vimos, mas também do conhecimento. 

Para quem não sabe, a gestão do conhecimento é um conceito que consiste em criar, compartilhar, usar e gerenciar o conhecimento.

Só por essa definição já fica claro como o mapa mental se insere no meio disso tudo, concorda?

Ele apoia todas as etapas, desde a captura das fontes de conhecimento até a aplicação dele, tornando o processo muito mais visual.

Vale acrescentar que a gestão de conhecimento é bastante comum no mundo empresarial, mas também pode ser usada no âmbito pessoal e profissional.

Basta ter um objetivo em mente e colocar em prática.

Como fazer um mapa mental?

Quer aplicar os mapas mentais em atividades que fazem parte da sua vida para entender até que ponto são vantajosos?

Para maximizar a sua aprendizagem e produtividade, você pode optar por criar seu mapa mental manualmente ou digitalmente (nesse caso, é preciso usar um software específico).

Vou trazer agora um passo a passo para passar logo da teoria para a prática, começando com aquilo que você vai precisar.

Materiais

Se quiser fazer o mapa mental à mão, no papel, você só vai precisar de materiais básicos de desenho, como: folha de papel sulfite e canetas ou lápis coloridos.

Já se preferir usar um aplicativo ou programa de computador para criar seu mapa mental, você só precisa ter acesso a eles.

Existem vários softwares e sites disponíveis para isso – mais à frente, trago uma lista de opções para você.

Antes de começar a montar o seu, você só precisa pensar em qual situação quer retratar, qual seu objetivo e de onde virá a informação.

Isso feito, mãos à obra!

Título

No meio da folha, insira o tema principal a ser criado dentro de uma elipse.

Tenha em mente que é dele que vão partir todas as informações relacionadas. É como um guarda-chuva.

Então, deve responder à seguinte pergunta: qual é o objetivo em questão?

Primeiras ramificações

Agora que você já definiu o tema central, que é o elemento principal de qualquer mapa mental, separe as suas ramificações.

Permita que o sistema de associações do seu cérebro possa fazer isso por você.

Puxe linhas que representem informações, ideias ou conceitos relacionados diretamente com seu título.

Em uma reunião de brainstorming, por exemplo, as primeiras ramificações são formadas depois que a equipe é questionada sobre o que pensa ao ouvir certa palavra.

Ramificações seguintes

Continue ligando outros ramos ao seu tema central, criando subtópicos para que se encaixem dentro de outros e assim por diante.

A ideia é representar visualmente a hierarquização das informações. Isto é, aprofundar os conteúdos ao ramificar cada vez mais o seu mapa mental.

Então, fique à vontade para criar quantos tópicos primários, secundários e terciários forem necessários para facilitar a organização de informações.

A ordem aqui é liberdade total e criatividade à solta. Então, faça quantos níveis quiser.

Afinal, quem está montando e quem será diretamente beneficiado pela criação desse mapa mental é você.

A partir daí, tudo fica mais fácil!

Símbolos, cores e desenhos

Como o objetivo é condensar as informações e facilitar a memorização, há um truque importante para aproveitar o melhor do mapa mensal: ser objetivo.

Evite escrever frases muito compridas aos mapas mentais que foram criados.

Assim, fica mais fácil visualizar e compreender todas as informações destacadas.

Uma boa dica para isso é optar pelo uso de palavras-chave.

Se você quiser falar, por exemplo, sobre “quais as melhores estratégias de marketing digital para 2024”, coloque apenas: estratégias digitais 2024.

Existem, ainda, outros recursos que você pode usar para formar associações mais sólidas.

Procure destacar certas informações com cores, desenhos e símbolos.

Um exemplo está no uso do amarelo para indicar referências e do verde para as suas ideias.

Ou, então, um sinal de soma para unir dois conceitos, a exemplo de “inbound+outbound”.

A única regra que vale é: use recursos que facilitam a sua memorização.

Revisões e edições

Terminou?

Então, chegou a hora de revisar e editar as informações para que fiquem ainda mais claras, simples e objetivas.

Uma vantagem de estruturar informações em mapas mentais é exatamente essa.

Como eles não são lineares, fica bem mais fácil incluir ramificações sem que isso prejudique o resto do mapa.

É um processo que, sem sombra de dúvidas, vai contribuir para que você alcance os seus objetivos de modo prático e rápido.

Vale incorporar à sua rotina.

Para que seu cérebro possa organizar informações da melhor forma possível, continue treinando o processo.

Você vai descobrir até novas formas de incrementar seus próximos mapas mentais e deixá-los cada vez melhores.

7 dicas para a criação de mapas mentais

O design é uma ciência que utiliza atributos visuais para resolver problemas.

Dessa forma, para chegar a uma solução adequada, o designer aposta em ilustração, desenho e outros atributos visuais.

Notou alguma semelhança com os mapas mentais?

A verdade é que o processo de design tem uma série de pontos em comum com a técnica.

Por isso, vale muito a pena unir os dois.

Veja a seguir sete práticas que ajudam a aplicar o mapa mental no design:

Organize usando cores

Na área de design, as ideias surgem o tempo todo.

A elas se misturam os conhecimentos sobre o usuário e o mercado.

Para organizar todos esses pensamentos e informações, vale usar o mapa mental separando cada categoria por cor.

Com isso, é possível até estruturar o fluxo da interação.

Use imagens, ilustrações e ícones

Além das cores, as imagens, ilustrações e ícones fazem toda a diferença no mapa mental.

Você pode, por exemplo, inserir prints dos protótipos e referências.

Lembre sempre: quanto mais visual for o seu mapa, mais rápido e fácil será achar as informações e compreendê-las.

Tenha concisão

Ao adicionar informações, use frases curtas ou palavras-chave em vez de frases longas.

Acredite: vai facilitar a leitura e a compreensão, o que possibilita que você melhor se concentre nas conexões entre as ideias.

Defina bem o tema principal

Comece com um tema central claro e conciso que capte a essência do assunto.

Essa será a base para o seu mapa e vai ajudar a manter seus pensamentos organizados e conectados.

Centralize o que for importante

O objetivo de um mapa mental é organizar suas ideias de forma clara e concisa, e centralizar o que for importante ajuda a alcançar esse objetivo. 

Faz sentido, né?

Existem algumas maneiras de centralizar o que for importante em um mapa mental:

  • Use uma imagem ou símbolo central que represente o tema principal;
  • Use cores diferentes para destacar as informações mais importantes;
  • Use fontes maiores para as palavras-chave mais importantes;
  • Faça com que os ramos que representam as informações mais importantes sejam mais grossos.

Sempre deixe o mapa em locais visíveis

Coloque o mapa em um local onde você possa vê-lo facilmente ao longo do dia, como em sua mesa ou na parede de seu escritório. 

Isso vai reforçar as informações e o encorajará a revisitar e revisar suas ideias regularmente.

Priorize e estruture suas ideias

Ao adicionar subtópicos e detalhes de apoio, organize-os hierarquicamente, com as ideias mais importantes ou relevantes mais próximas do tema central.

É uma ação positiva que vai auxiliar a estabelecer um fluxo lógico e uma estrutura para o seu mapa.

Incentive a colaboração

Ao trabalhar em um projeto ou problema com uma equipe, envolva seus colegas no processo de mapeamento mental.

É essencial para promover um senso de propriedade e pode facilitar a troca de diversas perspectivas, o que resulta em soluções mais inovadoras.

Não seja perfeccionista

A criação de um mapa mental deve ser um processo fluido e natural. 

Se você se preocupa muito em fazer tudo perfeito, pode acabar travando e não conseguindo desenvolver suas ideias.

Afinal,é uma ferramenta para te ajudar a pensar e organizar suas ideias, não uma obra de arte!

O perfeccionismo, ainda, pode te desmotivar a fazer mapas mentais, pois você pode achar que nunca vai conseguir fazer um perfeito. 

Então, comece sempre fazendo um rascunho do seu mapa mental antes de começar a versão final.

Não se preocupe com a estética: o importante é que o mapa mental seja funcional e te ajude a entender o assunto. 

Depois de fazer o seu mapa mental, revise-o para verificar se há erros ou se algo precisa ser mudado. Mas faça isso pensando no seu propósito e evite comparações, ok?

Como utilizar os mapas mentais para a gestão de pessoas e projetos?

Ao representar informações visualmente, você entende, comunica e colabora melhor em vários aspectos do seu trabalho.

Quer aprender como aplicá-los na gestão de pessoas e projetos? Vou mostrar alguns passos:

  • Definição de metas e objetivos: use-os para delinear as metas e objetivos de seu projeto ou equipe, de modo a ilustrar claramente os resultados e marcos desejados;
  • Organização de tarefas e prazos: aplique-os para dividir projetos complexos em tarefas e subtarefas menores e gerenciáveis;
  • Identificar e resolver problemas: essa abordagem visual pode ajudá-lo a identificar as causas principais dos problemas, avaliar os prós e os contras de diferentes opções e desenvolver um plano de ação abrangente;
  • Facilitar a comunicação e a colaboração: eles podem servir como uma ferramenta de comunicação eficaz, permitindo que você apresente e discuta ideias com sua equipe de maneira clara e organizada;
  • Acompanhamento do progresso e desempenho: ao monitorar o progresso de seu projeto por meio dos mapas de forma regular, você identifica possíveis gargalos, fica por dentro dos prazos e garante que sua equipe trabalhe com eficiência;
  • Treinamento e desenvolvimento: use-os como uma ferramenta para qualificar seu time, por meio da descrição dos principais conceitos e informações em um formato visualmente atraente.

14 ferramentas para fazer mapas mentais

Como prometi antes, selecionei aplicativos e sites gratuitos para criar mapas mentais como uma forma de facilitar a elaboração do instrumento.

Existem também softwares pagos, mas acredito que, com esta lista, você já terá bons recursos para começar agora mesmo.

Confira:

  1. Canva
  2. Google
  3. Miro
  4. FreePlane
  5. GoConqr
  6. Mapa Mental para Empreendedores
  7. MindMeister
  8. Padlet
  9. XMind
  10. Diagrams.net
  11. Mindomo
  12. Lucidchart
  13. iMindQ
  14. WiseMapping.

Antes de darmos adeus, quero te lembrar do ebook que falei lá no começo do conteúdo. Ele reúne as principais estratégias de marketing digital e ainda é gratuito. Baixe agora!

Conclusão

Inegavelmente versáteis, os mapas mentais não são só formas de organizar informações sistematicamente, embora essa talvez seja a sua característica mais marcante.

A ferramenta tem potencial para melhorar a maneira como você se comunica em diferentes sentidos.

E como vimos neste artigo, traz ganhos reais para o seu cérebro e para a realização das atividades que fazem parte da sua rotina. Seja dentro ou fora do ambiente de trabalho.

O que quero dizer com isso é que podem ser usados em qualquer campo da sua vida.

Até mesmo para relaxar ao preparar uma receita que pipocou na sua timeline do Facebook.

Um modo de lidar melhor com a avalanche de informações que precisam ser processadas todos os dias.

Quando você organiza seus pensamentos, ganha até mais segurança para seguir com suas metas e objetivos diários.

Experimente criar um mapa do tipo para ver como tudo fica mais fácil e claro para você.

Pode parecer complicado em um primeiro momento, mas, com a prática, a ferramenta logo vai ser incorporada à sua rotina.

Depois disso, não se esqueça de voltar aqui e compartilhar a sua experiência nos comentários.

Conte como foi desenvolver seus primeiros mapas, como ajudaram você e os resultados que alcançou.

E, agora, qual será o seu primeiro uso da ferramenta?

Perguntas frequentes sobre mapa mental

O que é um mapa mental?

Um mapa mental é uma ferramenta de gestão de informações. Mapas Mentais são utilizados para otimizar a memorização a partir da representação visual de conceitos e ideias de forma simplificada.

Quais são os benefícios dos mapas mentais?

Como um diagrama, o mapa mental do centro de uma página em branco, onde está o tema central.

E dele surgem representações de ideias, seja através de imagens, símbolos ou palavras.

Todas essas ramificações são relacionadas ao assunto principal, localizado no meio do documento.

Como utilizar os mapas mentais para a gestão de pessoas e projetos?

Aplique-os para melhor visualizar tarefas, responsabilidades e prazos. Use-os como ferramenta para otimizar a colaboração em equipe, o brainstorming e a solução de problemas, bem como para monitorar o progresso e adaptar conforme necessário.

Quais são as melhores ferramentas para criação de mapas mentais?

Algumas ferramentas populares de mapeamento mental incluem Canva, MindMeister e Lucidchart. Escolha aquele que melhor se adapta às suas necessidades e preferências para criar mapas eficazes e visualmente atraentes.

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